Borelli garante eleição do Rio Branco em dezembro

Problema das atas persiste, mas Armindo Borelli afirma que clube terá novo presidente até o fim do ano


Apesar de o Rio Branco ainda não ter solucionado o problema relacionado ao registro de atas, o presidente do Conselho Deliberativo, Armindo Borelli, garantiu que as eleições do clube vão acontecer no próximo mês, conforme o estatuto determina.

“Nós vamos fazer uma eleição. Até 31 de dezembro, o Rio Branco já vai ter um presidente novo”, cravou o conselheiro nesta segunda-feira, em entrevista ao LIBERAL.

Foto: Marcelo Rocha / O Liberal
“Até 31 de dezembro, o Rio Branco já vai ter um presidente novo””, afirmou Borelli

O presidente do clube, Valdir Ribeiro, não está regularizado no cargo, pois sua eleição foi rejeitada em cartório pelo Oficial de Registro Civil das Pessoas Jurídicas. O motivo é que o Rio Branco não registrava nenhuma ata desde agosto de 2013.

Após o último registro, o Tigre realizou três eleições: a de Téo Feola, que presidiu o clube entre 2014 e 2015, e as duas de Valdir, para os biênios de 2016/2017 e 2018/2019. Como não havia ata, nenhum deles ocupou o cargo de forma oficial.

Neste ano, em 21 de janeiro, o clube entrou com uma ação na Justiça para que Valdir se tornasse administrador provisório e pudesse representar o Rio Branco oficialmente. A 4ª Vara Cível de Americana acatou o pedido dois dias depois.

Se isso não acontecesse, o Tigre não poderia disputar o Campeonato Paulista Sub-23 Segunda Divisão de 2019, porque a FPF (Federação Paulista de Futebol) exigia a comprovação do representante legal.

Agora, o clube tenta regularizar as atas atrasadas, para que o próximo presidente não passe pela mesma situação. “Acho que agora, em questão de documentação, o Rio Branco vai ficar zero quilômetro. Quer dizer, o próximo presidente que entrar vai entrar com tudo já organizado”, disse.

Borelli acredita que tudo estará em ordem até o próximo mês. Caso contrário, a diretoria e o conselho vão se reunir em busca de uma solução. “O que está faltando são coisas pequenas que está fácil de serem arrumadas”, afirmou.

A regularização, segundo Borelli, depende dos dados dos conselheiros que estavam presentes nas três últimas eleições.

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