Palmeirenses protestam antes de jogo contra o Corinthians: ‘Clássico vale vida’

Torcedores de uma organizada fizeram protesto na porta do centro de treinamento enquanto Felipão trabalhava em campo com os jogadores


Foto: Cesar Greco - Ag Palmeiras - Divulgação
Torcedores de uma organizada fizeram protesto na porta do local enquanto Felipão trabalhava em campo com os jogadores

O clima, pelo menos no lado de fora, não foi nada bom neste sábado na Academia de Futebol, o centro de treinamento do Palmeiras, localizado na zona oeste de São Paulo. No último dia de preparação do time alviverde antes do clássico contra o Corinthians, que será neste domingo, na casa do rival, pelo Campeonato Brasileiro, torcedores de uma organizada fizeram protesto na porta do local enquanto Felipão trabalhava em campo com os jogadores.

A manifestação da torcida foi pacífica, sem qualquer ocorrência de violência, mas o tom do protesto foi de ameaça. Os palmeirenses que foram ao local protestaram contra o técnico Felipão e a diretoria. Eles também ressaltaram a importância do clássico deste domingo, que será disputado na Arena Corinthians e é válido pela 13.ª rodada do Brasileirão.

Uma das faixas colocadas na entrada da Academia de Futebol dizia: “Ninguém morreu ainda”. Outras afirmavam que o “clássico vale vida” e questionava “Felipão dono do Verdão?”. Torcedores também cantaram músicas contra o treinador do Palmeiras e alguns jogadores.

“Felipão, vai se f***, se não ganhar amanhã, é vc quem vai morrer” foi um dos gritos da torcida organizada no protesto deste sábado. Uma carta divulgada pela Mancha Verde critica Felipão e o planejamento da diretoria comandada pelo presidente Mauricio Galiotte e pelo diretor de futebol Alexandre Mattos. As contratações de Ricardo Goulart, Carlos Eduardo e Henrique Dourado causaram reclamações.

Após a eliminação contra o Internacional, há cerca de 10 dias, em Porto Alegre, nas quartas de final da Copa do Brasil, Felipão minimizou a derrota afirmando que ninguém havia morrido. Antes deste sábado, a torcida organizada do Palmeiras já havia protestado em Fortaleza, antes da partida contra o Ceará, e em Mendoza, na Argentina, antes do primeiro jogo contra o Godoy Cruz, pelas oitavas da Copa Libertadores.

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