Felipão admite que Boca Juniors foi superior: ‘Aposto que eles serão os campeões’

O técnico do Palmeiras, Luiz Felipe Scolari, tentou demonstrar naturalidade para comentar a eliminação do time na semifinal da Copa…


O técnico do Palmeiras, Luiz Felipe Scolari, tentou demonstrar naturalidade para comentar a eliminação do time na semifinal da Copa Libertadores diante do Boca Juniors, nesta quarta-feira, no estádio Allianz Parque, em São Paulo. Na opinião dele, o adversário foi superior no confronto e por ter demonstrado qualidade, é o favorito para ganhar do River Plate na decisão do título.

“Temos que reconhecer que eles foram superiores. Será uma final justa da Libertadores. Tomamos dois gols em quatro minutos em Buenos Aires. Perdemos a vaga muito mais pelo jogo de lá do que por hoje (quarta-feira)”, lamentou o técnico. No jogo de volta, o Palmeiras ficou no empate por 2 a 2 contra os argentinos, foi eliminado e agora terá pela frente somente a disputa do Campeonato Brasileiro até o fim do ano.

Para Felipão, o Boca Juniors mostrou potencial para despontar como favorito na decisão. “Se tivesse que apostar em um para ser campeão, aposto no Boca. É uma equipe experiente, muito bem armada, muito bem treinada. Eles foram melhores do que nós, principalmente no primeiro jogo”, disse o técnico. Foi a segunda vez em que o treinador e o Palmeiras, juntos, foram eliminados pelo clube argentino. A ocasião anterior foi na final do torneio, em 2000.

O técnico palmeirense afirmou que, pela experiência, não se sente decepcionado com o revés na semifinal e garantiu que o elenco não se sentirá abalado com a eliminação. A equipe é líder do Campeonato Brasileiro com quatro pontos de vantagem sobre o segundo colocado, o Flamengo (63 a 59), a sete rodadas do fim. “Agora vamos trabalhar ainda melhor para tentar conseguir ao menos um título”, disse. Neste sábado, o Palmeiras volta a campo contra o Santos, novamente no estádio Allianz Parque.

Felipão admitiu que o gol do Boca Juniors aos 17 minutos de jogo, marcado por Ábila, impôs ao Palmeiras um impacto psicológico pesado. “Quando saímos atrás, os jogadores começam a pensar que precisamos fazer quatro. A situação fica muito mais difícil para quem joga, para quem dirige”, comentou.

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