Bruno Henrique minimiza pressão no Flamengo depois de protestos da torcida


A semana começou quente no Flamengo após a derrota de sábado para o Atlético-MG, em Belo Horizonte, pelo Campeonato Brasileiro. Na madrugada de segunda-feira, muros da Gávea e do CT Ninho do Urubu foram pichados com protestos contra o técnico Abel Braga e contra Luiz Eduardo Baptista, o Bap, vice de Relações Externas e membro do conselho gestor de futebol. Nesta terça, o elenco se reapresentou e o atacante Bruno Henrique, artilheiro do time na temporada, minimizou o momento de pressão.

“Isso (cobranças) acontece em qualquer lugar. Em 365 dias no ano, ninguém fica o tempo todo bem. Mas sempre damos o nosso melhor. Dificuldade tem em todo lugar, não é só no Flamengo. Estamos felizes com o trabalho. Temos que consertar os erros e melhorar”, disse o jogador, em entrevista coletiva no CT, sem se preocupar com qualquer tipo de protesto.

“Estou sabendo disso agora (possibilidade de manifestações). Não fico em rede social vendo o que vem de fora para dentro. Não consigo responder isso. Eu concentro no meu trabalho, tentando melhorar a cada dia mais”, comentou Bruno Henrique.

Com uma semana sem jogos pela frente, o Flamengo volta a campo somente no domingo, às 16 horas, contra o Athletico-PR, no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, pela sexta rodada do Brasileirão. O time teve dois dias de folga após o jogo em Belo Horizonte e, apesar do descanso, Bruno Henrique revelou que ainda não conseguiu digerir a derrota para o Atlético-MG.

“Saímos bem chateados, p… Eu, particularmente, ainda não consegui digerir a derrota. Jogar no Independência é sempre difícil, eles conseguiram achar o gol no início do segundo tempo e depois dificultaram nossa entrada na defesa, mesmo com um a menos. Fomos superiores, mas não vencemos”, lamentou.

Na reapresentação, antes do treinamento, Abel Braga reuniu todo o elenco no gramado do CT para uma conversa, que durou cerca de 20 minutos. Até mesmo quem não está em tratamento participou, como é o caso do volante colombiano Cuéllar, que torceu o tornozelo e dificilmente jogará contra o Athletico-PR. Além dele, o lateral-esquerdo Renê e o zagueiro Léo Duarte deixaram a atividade após o papo com o técnico.

LIBERAL VIRTUAL Acesse agora