Árbitro barbarense é eleito o melhor do Brasileirão pela 3ª vez

Raphael Claus foi eleito o principal árbitro do campeonato e busca se destacar internacionalmente no Sul-Americano Sub-20 de seleções


O árbitro barbarense Raphael Claus, de 39 anos, foi eleito na última segunda-feira como o melhor árbitro do Campeonato Brasileiro pela terceira vez, em cerimônia realizada pela CBF (Confederação Brasileira de Futebol), no Rio de Janeiro. Agora, ele busca se destacar internacionalmente e apitará o Sul-Americano Sub-20 de seleções, no Chile, em janeiro.

Claus comemorou a conquista do prêmio de melhor do Brasileirão pela terceira vez consecutiva, visto que ele já havia sido eleito da mesma forma em 2016 e 2017. “É um sonho realizado”, resumiu.

O barbarense de 39 anos disse que pretende, um dia, trabalhar numa Copa do Mundo ou em jogos finais de competições internacionais, como a Copa Libertadores. No entanto, o árbitro destacou que costuma traçar metas “curtas”, subir um degrau de cada vez.

Foto: Nayra Halm / Fotoarena / Estadão Conteúdo
Barbarense venceu eleição da competição nacional nos anos de 2016, 2017 e 2018

O próximo passo dele será o Sul-Americano Sub-20, evento inédito no currículo de Claus. “É uma competição importante para mim. Sei que tenho de fazer um bom trabalho. Agora, o foco é nesse torneio. Passando, a gente cria novas metas para o futuro”, comentou.

Ele acumula experiência em outras categorias do torneio continental. O barbarense apitou o Sul-Americano Sub-15, em 2015, e o Sub-17, em 2017.

Claus ainda apontou que, em 2018, teve uma série de oportunidades na Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol). Em uma delas, atuou como VAR (árbitro de vídeo) no jogo da volta entre Fluminense e Atlético-PR, pela semifinal da Copa Sul-Americana. “Acredito que fiz um ano bom na Conmebol. Tive boas designações, tanto na Libertadores como na Sul-Americana”, declarou.

O barbarense contou que passou a almejar o prêmio de melhor árbitro do Brasileirão quando entrou no quadro da Fifa, em 2015. Ele alcançou o objetivo já no ano seguinte. “Quando entrei no quadro da CBF, sonhava também em chegar à Série A. Era o primeiro objetivo. Depois me tornar aspirante à Fifa, depois me tornar um árbitro do quadro da Fifa. E aí, sim, eu imaginava buscar ser, um dia, o número um do Campeonato Brasileiro”.

Claus ressaltou que, mesmo com o troféu em mãos, buscou evoluir cada vez mais. “Sempre buscando motivação, sempre buscando evoluir a cada ano. E graças a Deus, pelo terceiro ano seguido, tendo esse reconhecimento. Estou muito feliz, é muito gratificante”, finalizou.

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