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Covid-19

Determinação estadual faz Guarani adiar início dos treinamentos em Americana

Equipe campineira começaria a treinar no Décio Vitta nesta semana, mas mudou de ideia após o governador João Doria vetar atividades até julho

Por Rodrigo Alonso

17 jun 2020 às 17:26 • Última atualização 17 jun 2020 às 21:25

O Guarani decidiu adiar o início de seus treinamentos no Estádio Décio Vitta, em Americana. A equipe começaria a treinar nesta semana, mas mudou de ideia após o governador João Doria (PSDB) anunciar, nesta quarta-feira (17), que os clubes de São Paulo só poderão retomar suas atividades a partir de 1º de julho.

Prefeito Omar Najar se reuniu com o presidente do Guarani, Ricardo Miguel Moisés, nesta terça-feira (16) – Foto: Divulgação / Guarani

O adiamento foi informado nesta tarde pela assessoria de imprensa do Bugre. O clube apontou que, agora, vai aguardar uma definição por parte da FPF (Federação Paulista de Futebol).

Nesta terça, o Guarani havia divulgado que a reapresentação de seus atletas ocorreria no Décio Vitta, pois a Prefeitura de Campinas não tinha liberado a realização de treinamentos na cidade.

Em Americana, por outro lado, a diretoria do Bugre conseguiu permissão tanto do Rio Branco quanto da administração municipal. As atividades do time campineiro estão suspensas desde março, devido à pandemia do novo coronavírus (Covid-19).

Em nota, a federação comunicou que o anúncio feito por Dória, “com o distante reinício das atividades, causou estranheza”. A entidade esperava que a retomada dos treinos pudesse acontecer ainda neste mês, de forma gradual.

“Os profissionais do futebol, que dependem de seu condicionamento físico para exercer suas atividades, seguem impedidos de trabalhar, sem que haja uma explicação plausível e científica”, diz a FPF.

Segundo a entidade, em audiência virtual realizada no último dia 11, autoridades tinham definido que os clubes poderiam iniciar as testagens para a retomada gradual dos treinamentos a partir da última segunda, com base em um protocolo de segurança elaborado pela FPF.

O encontrou contou com representantes do governo estadual, federação, clubes, Ministério Público de São Paulo, Ministério Público do Trabalho e sindicatos.

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