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Basquete feminino de Americana lança projeto e time para a temporada 2022

Em busca de mais patrocinadores, equipe terá por enquanto apenas a categoria Sub-17 na disputa de competições neste ano

Por Caio Possati

21 de maio de 2022, às 08h26 • Última atualização em 21 de maio de 2022, às 08h27

O tradicional time de basquete feminino de base de Americana, com mais de 20 anos de história na cidade, voltará a competir em 2022. E para celebrar o retorno da equipe às competições, paralisadas por conta da pandemia da Covid-19, os coordenadores do trabalho fazem o lançamento oficial do projeto neste sábado, às 9h30, no ginásio da Praça de Esportes Marco Antônio Gobbo, no Jardim São Pedro.

Dezenas de garotas, com idade entre 12 e 17 anos, devem ser apresentadas no evento. O lançamento dos uniformes de treino e de jogo — tanto para as disputas em Americana, como em partidas fora de casa — também será uma atração deste encontro.

Thiago Pereira e Babi Honório são os comandantes das equipes femininas da modalidade na cidade – Foto: Caio Possati / O Liberal

No comando das equipes estão os técnicos Thiago Pereira e Bárbara Honório, ambos com experiência no basquete profissional. “A ideia de estar à frente deste projeto é porque eu quero retribuir tudo aquilo que o basquete me deu”, explicou Thiago.

Em atividade desde 1999, o time de basquete feminino de Americana terá apenas a categoria Sub-17 disputando torneios em 2022. A equipe está inscrita na Liga Regional de Iracemápolis e a primeira partida será já nesta segunda-feira, contra Araras, fora de casa. O time ainda vai representar Americana nos Jogos Estudantis e nos Jogos Regionais.

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Apesar de ter times montados e de realizar treinamentos semanais, as demais categorias não devem ser inscritas em competições este ano. O motivo, segundo Thiago, é a ausência de recursos para bancar os custos das participações dos times nestes campeonatos.

Hoje, o basquete feminino de Americana conta com o apoio financeiro da prefeitura, que ajuda com equipamentos e espaço para treino, além de verba para as taxas de inscrição nos torneios e deslocamento do time para as partidas em outras cidades. Até março deste ano, o projeto era patrocinado pela Unimed, que optou por não renovar a parceria. 

Projeto do basquete feminino aceita meninas de 12 a 17 anos em Americana – Foto: Marcelo Rocha / O Liberal

Por conta disso, a busca por novos patrocinadores também tem feito parte da rotina de Thiago. “A gente precisa de uma ajuda financeira para os custos com uniformes e para pagar professores também”, destacou.
Além do apoio da prefeitura de Americana, a equipe é patrocinada pelas empresas Persianas Garcia, Parque Aimaratá, Clarian Seguros, Baccan Cobranças e Focus Trainning.

Trabalho de escolinhas da modalidade é retomado

Além do retorno às quadras e às competições depois de dois anos de pandemia de Covid-19, o time de basquete feminino de Americana também voltou às escolas para aplicação da vertente educacional e social do projeto.

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Thiago Pereira e Bárbara Honório, que treinam as equipes do projeto competitivo do basquete, também são responsáveis por promover as escolinhas, desenvolvendo um trabalho de educação esportiva em colégios de Americana e nos ginásios da cidade, com aulas abertas para alunas entre 7 e 13 anos. 

De acordo com Thiago, as aulas de basquete foram retomadas há duas semanas e já contam com cerca de 70 meninas. “A meta é atender até 250”, conta o técnico do projeto. 

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Atualmente, as instituições educacionais atendidas pela iniciativa são a Escola Municipal João Solidário Pedroso e os colégios particulares Moraes e Dom Pedro II. Para atender meninas que não estudam nestas escolas já contempladas com o trabalho, a iniciativa funciona semanalmente no Centro Cívico de Americana e no ginásio da Praça de Esportes Marco Antônio Gobbo, no Jardim São Pedro.

A ideia, segundo Thiago, é que a escolinha também funcione como um celeiro de talentos na cidade. “As jogadoras que mostrarem um bom nível técnico nestas exibições poderão ser convidadas a treinar semanalmente com as equipes do projeto competitivo”, finalizou o treinador.

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