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Esporte

Escalado em nova função, Jean Mota confia em arrancada do Santos na Libertadores

Por Agência Estado

03 Maio 2021 às 20:40 • Última atualização 03 Maio 2021 às 21:41

Provável titular no jogo decisivo diante do The Strongest, o meio-campista Jean Mota confia que o Santos vai conseguir uma arrancada na Copa Libertadores e evitar uma eliminação precoce na fase de grupos do torneio do qual é o atual vice-campeão. O time alvinegro encara a equipe boliviana nesta terça-feira, às 19h15, na Vila Belmiro.

“Agora serão quatro finais na Libertadores e a primeira já é amanhã. Não tem outro resultado para nós que não seja a vitória. Pode ser o começo de uma arrancada e vamos em busca disso”, ressaltou o Jean Mota.

A fala em referência às “quatro finais” diz respeito à situação do Santos no Grupo C da Libertadores. A equipe ainda não pontuou, vem de duas derrotas para Barcelona de Guayaquil e Boca Juniors e joga todas as suas fichas diante do The Strongest para continuar vivo na competição. Além disso, não vence há cinco partidas na temporada, está em crise e ainda não contratou um treinador após a saída de Ariel Holan.

Jean Mota foi escalado como segundo volante no empate por 1 a 1 com o Red Bull Bragantino, sábado, pelo Campeonato Paulista. O meio-campista fez um belo gol, que, porém, foi invalidado. No entanto, ele agradou na nova função e disse estar pronto para jogar ali de novo, o que deve acontecer no jogo decisivo contra os bolivianos.

“O treinador é que decide e estou aqui para ajudar. Me senti bem ali na função ao lado do Alison, que é um cara que dá uma segurança maior para eu sair jogando. Acabou encaixando e fizemos um bom jogo. Infelizmente não conquistamos a vitória, mas tiramos coisas positivas que podemos trazer para a decisão desta terça”, avaliou o jogador.

Enquanto a diretoria não encontra um novo técnico, quem segue no comando do time interinamente é o auxiliar Marcelo Fernandes. Ele afirmou que não se incomoda em assumir a equipe provisoriamente em situações adversas. Pelo contrário, trata o chamado como uma honra.

“É bom. Trabalho em um grande clube. Para mim é uma honra poder ajudar esse clube, pelo qual tenho um carinho enorme e que amo desde criança. Toda vez que tiver essa oportunidade vou agarrar com unhas e dentes para conseguir os melhores resultados”, enfatizou Fernandes, que é membro da comissão técnica fixa do Santos. Ele voltou ao clube no fim do ano passado e, desde a saída de Holan, comandou o time na derrota diante do Boca Juniors e no empate com o Bragantino.

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