21 de outubro de 2020 Atualizado 14:14

8 de Agosto de 2019 Atualizado 13:56
MENU

Compartilhe

Esporte

Al-Hilal é excluído da Liga dos Campeões da Ásia por não ter mínimo de jogadores

Por Agência Estado

23 set 2020 às 18:46 • Última atualização 23 set 2020 às 20:07

O Al-Hilal, time da Arábia Saudita, foi excluído da Liga dos Campeões da Ásia pela Confederação Asiática de Futebol (AFC) após não relacionar o mínimo de 13 jogadores para a partida contra o Shabab Al Ahli Dubai, dos Emirados Árabes Unidos. Atual campeão do torneio, o clube saudita sofre com um surto de coronavírus no elenco e diversas lesões e pensou em entrar em campo com apenas nove jogadores, além de dois goleiros no banco de reservas.

Pouco antes de a partida começar, o delegado responsável pelo jogo decidiu cancelar a partida. Pouco tempo depois, a AFC decidiu excluir o Al-Hilal do torneio. A equipe saudita, que já estava classificada para as oitavas de final, havia pedido o adiamento do torneio na terça, mas não foi atendida.

“O Al-Hilal, da Arábia Saudita, não conseguiu nomear os 13 jogadores necessários para a partida do Grupo B da Liga dos Campeões da AFC contra o Shabab Al Ahli Dubai, dos Emirados Árabes Unidos, e, de acordo com o Artigo 4.3 das Regras Especiais Aplicáveis às competições da AFC durante a pandemia da covid-19, está considerado retirado da competição”, disse a AFC, em nota oficial.

“Todas as partidas disputadas pelo Al-Hilal, que nomeou apenas 11 jogadores, são consideradas nulas e sem efeito de acordo com o Artigo 6 dos regulamentos da Liga dos Campeões da AFC e, portanto, o Pakhtakor do Usbequistão e o Shabab Al Ahli Dubai avançaram para as oitavas de final do Grupo B”, acrescentou a entidade sobre as mudanças na classificação.

Segundo a AFC, o Al-Hilal levou apenas 27 atletas dos 35 permitidos para Doha para o início da Liga dos Campeões. Na sequência, a entidade autorizou a inscrição de dois goleiros para substituir jogadores que testaram positivo para a covid-19, além de mais dois atletas que não haviam viajado. Desde então, a AFC manteve contato com o Al Hilal e com a confederação saudita e manifestou sua preocupação com o tempo para a chegada dos novos jogadores.

Com a impossibilidade de novas substituições e o pouco tempo disponível, o Al-Hilal não teria como entrar em campo, o que levou à exclusão.

Publicidade