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Luto na música

Mary Wilson, cofundadora das Supremes, morre aos 76 anos nos EUA

A cantora morreu na noite de segunda-feira na sua casa em Las Vegas, nos Estados Unidos

Por Agência Estado

09 fev 2021 às 09:04 • Última atualização 09 fev 2021 às 11:56

Mary Wilson, uma das fundadoras do grupo The Supremes, morreu aos 76 anos, segundo informações locais. A cantora morreu na noite de segunda-feira na sua casa em Las Vegas (EUA) e a causa não foi imediatamente esclarecida.

Mary Wilson, Diana Ross e Florence Ballard formaram a primeira configuração de sucesso do The Supremes. Ballard foi substituída por Cindy Birdsong in 1967. Mary Wilson ficou com o grupo até que o mesmo foi oficialmente dissolvido pelo selo Motown, em 1977. A cantora criou o grupo quando tinha 15 anos quando residia em Detroit (EUA), segundo a publicação Variety.

Mary Wilson, uma das fundadoras do grupo The Supremes, morreu aos 76 anos – Foto: Facebook / Reprodução

Em 1988, Mary entrou para o Rock and Roll Hall of Fame. “Mary Wilson foi muito especial para mim. Ela foi uma pioneira, uma diva e sua falta será muito sentida”, disse Berry Gordy, fundador do selo Motown, que foi responsável por muitos dos sucessos da banda feminina.

Há apenas dois dias, a cantora havia postado um vídeo no YouTube para celebrar o Mês da História Negra, anunciando “notícias empolgantes sobre as Supremes, Florence Ballard e material inédito”.

Mary Wilson nasceu em 12 de março de 1944 em Greenville, Mississippi. A cantora foi criada por tios antes de se mudar para Detroit com sua mãe quando tinha 12 anos. Lá, começou a cantar e, junto com Ballard, fundou o grupo que viria a se chamar The Supremes. Apesar da fraca recepção inicial, a banda alcançou a fama no final dos anos 1960 com sucessos como Stop! In the Name of Love e Baby Love.

Depois que Diana Ross deixou o grupo em 1970 para seguir carreira solo, The Supremes nunca mais dominou as paradas, mas ainda tinha alguns sucessos como River Deep, Mountain High e Stoned Love.

Mary Wilson manteve seu lugar na banda até o final de 1977. Em 1986, a cantora publicou suas memórias em Dreamgirl: My Life As a Supreme, obra na qual falou sobre seu passado e sua relação com Ross. A cantora deixa uma filha, Turkessa, um filho, Pedro Antonio Jr., e dez netos. (Com agências internacionais).

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