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Record

Marcos Mion valoriza seu envolvimento em ‘A Fazenda’

Há mais de duas décadas na tevê, ele gosta de estar envolvido com todas as engrenagens que movem um programa

Por TV Press

26 set 2020 às 19:39

Mais que apenas apresentador, Marcos Mion se considera um profissional de televisão. Há mais de duas décadas na tevê, ele gosta de estar envolvido com todas as engrenagens que movem um programa. Não à toa, sua participação à frente de “A Fazenda” tem sido exaustiva. Em seu terceiro ano no comando do “reality show”, Mion faz questão de ir além da função formal.

“Gosto de trabalhar com o pacote completo. Estou envolvido com figurino, bordão, posicionamento de câmera… Sempre foi assim. Desde os meus tempos de MTV, eu gosto de estar 100% envolvido. Quem me acompanha, sabe que eu sou diferente apresentando cada programa. Quando não estou no vídeo, estou com relatórios, redes sociais, acompanhando familiares…”, explica Mion.

Mion participou de duas temporadas do infantil “D.P.A. – Detetives do Prédio Azul”, em que viveu o Bruxo Marc – Foto: Divulgação

“Fora tudo isso, ainda tem um negócio chamado resto da minha vida (risos). Tenho três crianças, três cachorros, um casamento. Ano passado fiz ‘A Fazenda’ com o musical do ‘Zorro’. Cheguei à exaustão. Não sei como consegui. Esse ano é só ‘A Fazenda’ mesmo”, completa.

A nova temporada de “A Fazenda” tem obtido boa audiência e uma grande repercussão entre o público. Você esperava um começo tão positivo da competição?

Marcos Mion
Eu sempre tive uma expectativa altíssima para essa temporada de “A Fazenda”. Muito por todos os fatores envolvidos: a dinâmica do jogo é muito boa e por todo o momento (de pandemia) que estamos vivendo. É uma realidade muito diferente do que estávamos acostumados. É importante ter um programa como esse no ar atualmente. É uma produção que leva a um mundo de fantasia, onde o pessoal não usa máscara, pode aglomerar. É até engraçado como eles têm mais liberdade no confinamento do que nós do lado de fora.

Como foi a decisão de manter a temporada mesmo com o agravamento da pandemia do novo coronavírus?

Mion
É a primeira vez que a gente faz um programa desse porte dentro de uma pandemia. Estamos descobrindo como fazer. No começo de tudo, eu estava receoso com a questão da segurança. Como iríamos garantir a segurança de todos os envolvidos? É uma equipe gigante de criação, edição, comida, transporte… Então, comecei a ver todos os protocolos de segurança da Record, para evitar o contágio, e ganhei uma segurança enorme. É impressionante o tamanho do esforço para levantar um programa desse porte no meio de uma pandemia.

De que forma?

Mion
Por exemplo, na época do isolamento, eu fiz algumas “lives” do “Legendários”, mas era só eu e uma câmera travada, sem ninguém para operar nada. Uma produção como “A Fazenda” não dá para ser feita dessa forma. Há de se fazer um reconhecimento de todos da equipe. É algo histórico. Seria muito mais fácil olhar para a situação e falar: “É tão complicado, vamos não fazer?”. Juntar todo mundo e fazer, merece respeito.

Antes da estreia de “A Fazenda” são especulados diversos nomes para integrarem o elenco do “reality show”. Você chega a participar da seleção dos participantes da temporada?

Mion
Todo mundo sempre quer saber quem vai estar no “A Fazenda”. Então, é até bom falar: eu não tenho nenhum envolvimento com o processo seletivo. Em um primeiro momento, claro, todo mundo pode sugerir nomes. É um balaio gigante em que todo mundo pode opinar. A partir daí, eu não tenho mais nenhuma participação.

Você já foi procurado por artistas que queriam entrar no programa

Mion
Vários artistas nos procuram, passo o pedido deles à frente para a direção. Mas é só. É uma forma de manter minha isenção durante o programa. É muito importante zelar pela idoneidade.

É o seu terceiro ano à frente do “reality show”. Como você analisa esse período no comando de “A Fazenda”?

Mion
É um desafio enorme. Pela minha barba branca, podem ver como tenho muitos anos de carreira (risos). De todos os programas que apresentei, “A Fazenda” é o mais grandioso. É o que exige mais de mim como apresentador e comunicador. Vivo intensamente a competição do começo ao fim. Sou o primeiro a entrar na sede e o último a sair.

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