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Cultura

Longe das quadras, Fernanda Garay estreia no comando do ‘Central Olímpica’ durante os jogos de Paris

Por CAROLINE BORGES - TV PRESS

10 de julho de 2024, às 17h07

Durante boa parte da vida, os atletas de alto rendimento vivem sob uma pesada adrenalina e desafios constantes. Aposentada da Seleção Brasileira de Vôlei, Fernanda Garay ainda queria sentir a emoção, excitação e arrepios que viveu em quadra. Todos esses sentimentos se reapresentaram para a atleta ao surgir o convite para comandar o “Central Olímpica”, programa realizado dos Estúdios Globo, no Rio de Janeiro, que estreia junto com os Jogos Olímpicos de Paris.

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“Foi uma forma diferente de me relacionar com o esporte, que foi minha vida e minha casa por tantos anos. Fiquei surpresa com o convite porque não sou apresentadora. Sou uma atleta. Mas sinto que era algo que eu não poderia não tentar, sabe? Gosto muito de desafios e sinto que sigo me desafiando”, valoriza.

Fernanda dividirá o comando da produção olímpica com Tadeu Schmidt, que retorna ao Esporte da Globo após um período à frente do “BBB”. O programa também contará com as participações de Karine Alves direto das ruas de Paris, mostrando histórias e curiosidades do que acontece na capital francesa. Leve e descontraído, o projeto também vai contar com quadros de Marcelo Adnet, Galvão Bueno e Tiago Medeiros. “Estamos planejamento um programa bem leve e descontraído. O Galvão estará em Paris também e vai aparecendo dando a opinião dele sobre os destaques dos jogos. Vai ser uma outra forma de vermos o Galvão no vídeo”, ressalta.

Ainda se ambientando com uma atuação diferente no esporte, Fernanda afirma que virou mais uma torcedora da Seleção Brasileira de Vôlei após deixar as quadras. A tarefa, porém, é tão difícil quanto enfrentar as melhores atletas de seleções tarimbadas, como a China e os Estados Unidos. “É diferente. A partir do momento que não estamos em quadra, a gente vira torcedor. Estive naquele lugar por tantos anos, conheço muitas meninas que ainda estão lá. Estiveram em Tóquio comigo. Sofro muito como torcedora. É mais difícil torcer. Mas estou feliz de estar envolvida ainda com esporte, atletas e essa galera (jornalistas) que faz o esporte acontecer também”, elogia.

Todo esse clima olímpico, a poucos dias dos jogos de Paris, tem reacendido uma série de memórias para Fernanda. A ex-atleta de 38 anos alcançou seu ápice esportivo ao conquistar a medalha de ouro durante as Olimpíadas de Londres em 2012. Nove anos depois, ela retornou ao pódio olímpico ao conquistar a medalha de prata nos Jogos de Tóquio, em 2021. “Não ter chegado ao pódio em 2016, vivendo uma Olimpíada dentro de casa, foi uma frustração. Mas o ouro em 2012 e a prata em Tóquio foram incríveis. No Japão, encerrei meu ciclo com uma medalha maravilhosa. Às vezes, não valorizamos muito a prata. Só o ouro importa. Mas sempre vamos querendo dar nosso melhor e, às vezes, nosso melhor é a prata e o bronze”, aponta.

“Central Olímpica” – Globo – Estreia dia 26 de julho.

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