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Em outros palcos

Kelzy Ecard explora a televisão após intensa trajetória no teatro

Aos 54 anos e com uma longa e reconhecida trajetória no teatro, a atriz tem tido sentimentos de iniciantes nos últimos tempos

Por TV Press

14 jul 2020 às 14:11

Após estrear na tevê em “Segundo Sol”, ela fortaleceu sua relação com o veículo em “Éramos Seis” - Foto: Divulgação

Apaixonante. É assim que Kelzy Ecard define seu atual momento profissional. Aos 54 anos e com uma longa e reconhecida trajetória no teatro, a atriz tem tido sentimentos de iniciantes nos últimos tempos. Depois de um extenso período dedicado apenas aos palcos, Kelzy finalmente resolveu dar uma chance ao vídeo.

Após estrear na tevê em “Segundo Sol”, ela fortaleceu sua relação com o veículo em “Éramos Seis”.

“Durante muito tempo não tive vontade de investir em tevê, mas já há alguns anos comecei a trabalhar com artistas fantásticos com histórias ligadas à televisão e conviver com outro olhar sobre o veículo. Isso despertou meu interesse real, mas só em ‘Segundo Sol’ recebi um convite de fato”, explica a atriz, que interpretou fofoqueira Genu na trama das seis.

“Estou em um caso de amor com a tevê. Apaixonada pelo modo produtivo, pela imensidão de recursos, pelos artistas incríveis com quem tenho trabalhado, pela descoberta de outro modo de interpretar. E quando os parceiros são incríveis, como foi em ‘Segundo Sol’ e em ‘Éramos Seis’, é estar no melhor parque de diversões do mundo”, completa.

Raio X de Kelzy Gomes Ecard.

  • Nascimento: Em 6 de junho de 1965, em Santo Antônio de Pádua, no Rio de Janeiro.
  • Atuação inesquecível: “Tem dois trabalhos que foram divisores e – para mim – inesquecíveis: Leontina na peça ‘Confissão de Leontina’, de Lygia Fagundes Telles, e Carmen no espetáculo ‘Breu’, de Pedro Bricio”.
  • Um momento marcante na carreira: “Quando ganhei meu primeiro prêmio em teatro e estar como revelação nos ‘Melhores do Ano’ no Faustão”.
  • O que falta na televisão: “Mais conteúdo sobre arte e cultura nos canais abertos”.
  • O que sobra na televisão: “Programas sensacionalistas”.
  • Com quem gostaria de contracenar: “Uma lista interminável, por hora começo com nossa maior referência: Fernanda Montenegro. Acho que desmaiaria (risos)”.
  • Se não fosse atriz, o que seria: “Artista plástica, talvez, professora…Mas não consigo muito me imaginar sem ser atriz”.
  • Ator: Kiko Mascarenhas.
  • Atriz: Glória Pires.
  • Novela preferida: “Vale Tudo”, de 1988, da Globo.
  • Vilão marcante: Odete Roitman, interpretada por Beatriz Segall em “Vale a Tudo”.
  • Personagem mais difícil de compor: “Os cruéis”.
  • Que novela gostaria que fosse reprisada: “O Casarão”, de 1976, da Globo.
  • Que papel gostaria de representar: “Norma Desmond, de ‘Crepúsculo dos Deuses’. Mas passa uma lista interminável na minha cabeça nesse momento”.
  • Filme: “Do Mundo Nada Se Leva”, de Frank Capra.
  • Autor predileto: William Shakespeare.
  • Diretor favorito: “Muitos! Tenho tido a sorte de trabalhar com grandes diretores. Vou colocar minha paixão no momento: Carlos Araújo”.
  • Uma mania: “Mudar os móveis de lugar”.
  • Projeto: “Uma gaveta cheia deles”.

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