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Televisão

Jean Pierre Noher: riqueza de detalhes

Em “Flor do Caribe”, ator se surpreende com superprodução da trama de Walther Negrão

Por TV Press

26 Setembro 2020, às 08h53

A novela “Flor do Caribe” encheu rapidamente os olhos de Jean Pierre Noher. O ator franco-argentino ficou encantado não apenas pela história de seu personagem, mas também por diversos outros elementos que envolviam a produção dirigida por Jayme Monjardim.

Além de encarar um personagem dúbio na trama de Walther Negrão, o ator também teve a oportunidade de gravar, por longos períodos, no Rio Grande do Norte e na Guatemala.

Jean Pierre Noher, o Duque de “Flor do Caribe” – Foto: Divulgação

“É uma novela alto-astral e necessária nesse momento que estamos vivendo. Muito bom poder rever essa história. O Duque é um personagem genial, politicamente incorreto, um estelionatário e 171, mas muito carismático. Não acredita no amor, mas acaba se apaixonando e tem uma história linda de reencontro com a neta”, explica o ator, que relembra bastante das gravações na Guatemala e no Rio Grande do Norte.

“Temos imagens e cenas que nos dão muito orgulho. Nunca tinha visto uma produção tão gigante em uma novela que não fosse das oito. O Jayme foi incrível na seleção das locações”, completa.

Na história, Duque é uma espécie de mentor e “anjo da guarda” de Cassiano, papel de Henri Castelli. Presos juntos na Guatemala, os dois desenvolvem uma amizade especial e conseguem retornar ao Brasil, onde Duque aconselha Cassiano em sua trama de vingança contra Alberto, de Igor Rickli. A amizade entre Jean e Henri ultrapassou, no entanto, o campo da ficção.

Após “Flor do Caribe”, os dois se tornaram grandes amigos na vida real. “Acho que sou uma espécie de irmão mais velho, tio, pai para o Henri. Encontrei nele um irmão. Ele mora na minha casa de Buenos Aires até quando eu não estou lá (risos). Tenho uma lealdade para sempre com Henri. Construímos uma relação familiar”, valoriza.

Raio X de Jean Pierre Noher Paris

  • Nascimento: Em 5 de maio de 1956, na França.
  • Atuação inesquecível: No filme “Um Amor de Borges”, de Javier Torre.
  • Interpretação memorável: “Robert De Niro sempre, desde ‘Taxi Driver’”.
  • Momento marcante na carreira: “Melhor ator no Festival internacional de Cinema de Biarritz (França) com o ‘Um Amor de Borges’”.
  • O que falta na televisão: “Falta o terceiro trabalho com João Emanuel Carneiro depois do Pepe Molinos, de ‘A Favorita’, e o pai de Nina, em ‘Avenida Brasil’”.
  • O que sobra na televisão: “Realities”.
  • Com quem gostaria de contracenar: “Com Fernandona (Montenegro) e Nanda (Torres), amaria. Com Patrícia Pillar, Cassia Kiss, Drica Moraes e tantas… E com Tony Ramos, Antônio Fagundes, Fábio Assunção, Caio Blat e Fabrício Boliveira”.
  • Se não fosse ator, o que seria: Arquiteto.
  • Ator preferido: Danny Day Lewis.
  • Atriz preferida: Meryl Streep.
  • Novela preferida: “A Favorita”, 2008.
  • Personagem mais difícil de compor: “O próximo. Guillermo Coppola (agente de Maradona), da série ‘Maradona Un Sueño Bendito’, da
  • Amazon Prime. Estreia no próximo ano”.
  • Que novela gostaria que fosse reprisada: “Cordel Encantado”, de 2011, da Globo.
  • Filme: “Muitos”.
  • Autor predileto: Molière.
  • Diretor favorito: Martín Scorsese.
  • Uma mania: “Decorar com o texto impresso, porque preciso marcar”.
  • Um medo: “Temos todos nesse momento”.
  • Projeto: “Dois filmes, a estreia da série ‘Filha de Eva’, segundas temporadas de várias séries. Alguns projetos aqui, na Argentina. Temos projetos. Só precisamos encontrar o protocolo e que essa pandemia acabe no dia que a vacina aparecer”.

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