Dinossauros voltam às telas do cinema em ‘Jurassic World’

Filme estreia esta quinta-feira no Brasil e promete dar continuidade ao sucesso da aventura retomada em 2015


O enredo de “Jurassic World – Reino Ameaçado”, que estreia nesta quinta-feira nos cinemas do Brasil, ocorre após três anos do parque temático e balneário de luxo Jurassic World (retratado no filme “Jurassic World – O Mundo dos Dinossauros”, de 2015), ser destruído por dinossauros fugitivos.

A ilha Isla Nublar agora está abandonada pelos humanos enquanto os animais sobreviventes defendem-se por conta própria nas florestas. O vulcão adormecido da ilha desperta com violência. Owen (Chris Patt) e Claire (Bryce Dallas Howards) montam uma campanha para resgatar os dinossauros que sobraram deste evento causador da extinção.

Sob produção-executiva de Steven Spielberg (que deu início a aventura no cinema ainda em 1993, com “Jurassic Park”) e Colin Trevorrow (diretor de “O Mundo dos Dinossauros”), a nova película traz direção assinada por J.A. Bayona. A equipe percorreu locações do Reino Unido e ilhas do Havaí, Estados Unidos, para trazer esta aventura à realidade, e alcançarem a mesma identificação que o longa-metragem anterior obteve, em 2015, cujo faturamento esteve listado entre os cinco maiores do cinema de todos os tempos.

Trevorrow, que também assina o roteiro do novo filme, conta na divulgação do filme que o planejamento de “Reino Ameaçado” começou após duas semanas do lançamento de “O Mundo dos Dinossauros”. Cheios de confiança pelo sucesso estrondoso, ele e o também roteirista Derek Connolly caíram na estrada (literalmente, em uma viagem de horas de carro) para conversarem sobre o que aconteceria na Isla Nublar.

Eles tinham certeza que os personagens Claire Dearing e Owen Grady voltariam às telas. “A Claire sabe que um desastre natural está prestes a se abater sobre a ilha, um acontecimento que lançará ao mundo a seguinte pergunta, ‘devemos deixar que os animais morram ou devemos salvá-los?’. No outro lado está Owen, que tem a missão de provar que os raptors podem obedecer ordens. Ele sabe que é possível usá-los da mesma forma com que outros animais foram usados em guerras ao longo da história”, acrescenta Trevorrow.

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