Olívia Araújo emplaca diversos trabalhos em sequência

No ar em “Malhação”, Olívia Araújo identificou imediatamente a história de Vânia, sua personagem na produção, em várias realidades brasileiras


No ar em “Malhação”, Olívia Araújo identificou imediatamente a história de Vânia, sua personagem na produção escrita por Emanuel Jacobina, em várias realidades brasileiras. No enredo, Vânia é mãe solteira de Jaqueline, papel de Gabz.

Trabalhando como empregada doméstica, ela criou a filha sozinha, precisando lidar com os anseios da jovem em querer conhecer César, o pai que não a assumiu, interpretado por Tato Gabus Mendes.

Foto: Divulgação / TV Globo
Olívia Araújo

“Quem não conhece uma Vânia? São muitas mulheres brasileiras nessa situação, mas não me inspirei em ninguém em especial. É uma trama comum e, por isso, tão interessante, com uma personalidade muito realista e tão presente no nosso cotidiano. São todos os conflitos sociais do nosso dia a dia”, valoriza.

A atual temporada de “Malhação” marca o terceiro trabalho de Olívia ao lado do diretor Adriano Mello. Os dois estiveram juntos em “Tempo de Amar” e “O Tempo Não Para”. A atriz, inclusive, vem acumulando uma série de trabalhos em sequência nos últimos anos. De 2015 para cá, ela também participou de “I Love Paraisópolis” e “Liberdade, Liberdade”.

“Tenho muito amor pelo meu trabalho. Então, fico muito feliz quando tenho a oportunidade de trabalhar. As oportunidades vieram surgindo e fico muito feliz e grata por todas elas”, explica Olívia, que não teve muito tempo de descanso entre “O Tempo Não Para” e novela adolescente.

Raio X de Maria Olívia Araújo

Nascimento: 14 de novembro de 1972, em São Paulo.
Atuação inesquecível: “Não sei dizer. Tenho carinho e apreço por todos os meus trabalhos”.
Interpretação memorável: “Sou fã de Milton Gonçalves, Tony Ramos, Juliana Carneiro da Cunha, Grande Otelo, Chica Xavier, Joana Fomm, Ítalo Rossi, Fernanda Monte Negro, Lea Garcia e Ruth de Souza, admiro o trabalho de muita gente”.
Um momento marcante na carreira: “Quando fiz o filme ‘Domésticas’, em 2001”.
Com quem gostaria de contracenar: “Que fique claro que é um sonho, mas adoraria ter uma cena com a Viola Davis”.
Se não fosse atriz, o que seria: “Seria frustrada”.
Ator: Grande Otelo.
Atriz: Ruth de Souza.
Vilão marcante: Perpétua, interpretada por Joana Fomm em “Tieta”, de 1993, da Globo.
Personagem mais difícil de compor: “Acho todos difíceis, dar verdade e credibilidade não é tarefa simples”.
Filme: “A Cor Púrpura”, de Steven Spielberg, “Piaf – Um Hino ao Amor”, de Olivier Dahan, e “Hotel Ruanda”, de Terry George.
Autor predileto: “Tem muita gente: Jorge Amado, Marcelino Freire e Guimarães Rosa”.
Diretor favorito: Spike Lee.
Um vexame: “Eu sempre troco os nomes das pessoas, morro de vergonha”.
Uma mania: “Adoro coisas de casa, enfeite, copo, prato, qualquer coisa de casa”.
Um medo: “Da violência”.
Projeto: “Continuar trabalhando”.

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