Americanense vai ministrar aulas de dança do ventre no exterior

Bailarina e coreógrafa Dani Agnis recebeu os convites em congresso da Unesco na Grécia, quando apresentou sua nova metodologia para outros coreógrafos


A bailarina de Americana Dani Agnis recebeu convites para formar professores de dança do ventre nos Estados Unidos, Líbano e Índia durante sua participação no 54º Congresso Mundial e Pesquisa da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), na Grécia, de onde retornou na última semana. 

Intitulada de método Agnis, a estrutura de ensino da bailarina é pioneira e vinha sendo desenvolvida desde 2007 até a participação no evento internacional. Antes disso, já desenvolvia a técnica em estudos e pesquisas no exterior.

Foto: Theo Lian
Dani Agnis que há anos batalha pela popularização da dança do ventre em Americana e outros municípios da RPT

No congresso, Dani apresentou um vídeo e ministrou uma palestra, onde falou sobre cada etapa da prática e abriu para questionamentos. 

“A recepção no evento foi maravilhosa. Estavam todos realmente de portas abertas para nos receber. Ultrapassamos o tempo, pois eles queriam saber como podem ter os professores das escolas deles se formando conosco. Isso rendeu convites para formar profissionais no Líbano, Estados Unidos e Índia”, conta a professora.

A profissional avalia a possibilidade de dar as aulas através de uma plataforma online e finalizar o curso com um encontro presencial em encontro presencial com os alunos, no exterior. 

O evento contou com representantes de 170 países e diversas modalidades de dança. “Rendeu contatos, além da experiência incrível, pois eu já havia apresentado o método em outras oportunidades, mas nunca para tantas nacionalidades diferentes”, conta a professora.

Sua metodologia é baseada na cinesiologia, que estuda os movimentos do corpo, biomecânica, educação somática e andragogia, que é a ciência que estuda como ensinar um ser humano adulto com todas suas pré-concepções. 

“A gente traz para as mulheres esse sentido do ser mulher, se perceber, se valorizar, elevar a autoestima e todos os outros benefícios para o corpo feminino”, acrescenta a bailarina, que já fez várias turnês mundiais.

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