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Pelas páginas da literatura

Três indicações para o Dia Nacional do Livro

LIBERAL lança novo blog no Dia Nacional do Livro, para celebrar o universo literário; confira as sugestões!

Por Marina Zanaki

29 out 2020 às 11:53 • Última atualização 29 out 2020 às 13:46

No Dia Nacional do Livro, o LIBERAL lança a coluna “Pelas páginas da literatura”. A proposta é trazer aos leitores do jornal indicações e sugestões de livros, sempre que possível relacionados a algo factual.

Espero que, assim como você acompanha pelas páginas do jornal LIBERAL os acontecimentos de Americana e região, aceite também algumas sugestões de histórias para ler nas páginas da literatura.

Acredito que a ficção tem um poder especial de dizer verdades contando histórias inventadas, e que é possível ler o mundo de novas formas quando você se permite estar entre as páginas de um livro.

A primeira coluna traz indicações de três livros nacionais contemporâneos que descobri esse ano e me impactaram de alguma forma. Se lembrar de algum escritor ou livro brasileiro, mande um e-mail para marina.zanaki@liberal.com.br. Vamos às indicações!

Luzes de emergência se acenderão automaticamente – Foto: Divulgação

Luzes de emergência se acenderão automaticamente: esse livro da gaúcha Luisa Geisler tem como temática principal o luto. A obra acompanha as reflexões de Henrique, um jovem descobrindo a vida adulta enquanto lida com a ausência do melhor amigo, em coma após sofrer um acidente. Apesar do tema pesado, o livro consegue ser leve e até engraçado em algumas passagens.

Caderno de um ausente – Foto: Divulgação

Caderno de um ausente: um pai escreve um caderno para a filha que acabou de nascer, tentando deixar gravadas “grandes lições” para quando ele não estiver mais vivo. Esse livro é menos sobre a história e mais sobre o jeito que a conta. A narrativa é tão poética e tão bonita que emociona em vários trechos. Primeiro livro da Trilogia do Adeus, de João Anzanello Carrascoza, mas permite uma leitura individual.

O que deu pra fazer em matéria de história de amor – Foto:

O que deu pra fazer em matéria de história de amor: obra com uma pegada mais “experimental”, esse livro traz sim uma história de amor. Contudo, o recordar dos fatos, sua reconstrução em uma narrativa e a ressignificação por parte da narradora tornam o livro diferente de tudo o que eu esperava. A autora, Elvira Vigna, morreu em 2017.

Marina Zanaki

Repórter do LIBERAL, a jornalista Marina Zanaki é aficionada pela literatura e discutirá, neste blog, temas relacionados ao universo literário.