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A Cidade É Nossa

Saudades da coluna de fora a fora

Por J.C. Nascimento

14 de maio de 2022, às 10h13

O leitor Lauro Augostonelli recordando o tempo em que a coluna era “fininha” num espaço de cima e embaixo.
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Esse espaço era dividido, um dia de cada, com o Tito Menito, da Feira Livre, o saudoso Diógenes Gobbo. De vez em quando a oficina se enganava e colocava texto de um com o título da coluna de outro. Era uma piada, mas verdadeira.
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Bibibibi… Um motorista, na Rua José de Alencar, ganhou a Rua Uruguai e levou uma solene buzinada de outro motorista, que naquela rua teve tirada sua frente.
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Ficou só na buzinada, mas seria preciso?
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Tomógenes esteve na clínica para fazer um exame marcado. A recepção estava tomada. Sentou-se à espera da vez e logo viu um moço sentado falando alto e em outra língua impedindo outros de ouvir a atendente fazendo chamada.
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Ele estava com fone de ouvido, um microfonezinho trocando palavras em língua estrangeira. No colo um notebook ligado e em pleno trabalho.
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Poderia continuar o trabalho, mas quem sabe falando mais baixo, reclamou Tomógenes.
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Grandes jornais fazem de tudo para não perder assinantes. Foi o caso do Estadão com pessoa amiga da coluna. Ele pagava um valor por três edições na semana.
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Chegou um novo boleto com valor quatro vezes maior. Ele quis cancelar a assinatura. Passaram três pessoas na tentativa de fazê-lo mudar de ideia, com valores até menores daquele boleto. Não tiveram sucesso.
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“Ó Deus, pai de bondade, que nos redimistes e adotastes como filhos e filhas, concedei aos que creem no Cristo a liberdade verdadeira e a herança eterna”. (LD)
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Ficamos por aqui. Antes, Xandão diz que o árbitro barbarense Raphael Claus é um dos mais equilibrados ultimamente e está garantido para representar a CBF no certame mundial no Catar.

J.C. Nascimento
jcnascimento@jcnascimento.com.br

J.C. Nascimento

Coluna assinada pelo jornalista e corretor J.C. Nascimento. Há mais de 40 anos contando causos de Americana por meio de personagens já conhecidos do público.