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QR Code chegou mesmo para ficar

Por Rodrigo von Uslar Petroni

09 de maio de 2023, às 08h44

Há quem diga que a tokenização da economia é um caminho sem volta. Presente desde o início da década de 90, o QR Code conquista cada vez mais espaço no mercado brasileiro pelo fato de garantir praticidade, rapidez e segurança.

Em inglês, “Quick Response Code”, trata-se de um código de resposta rápida, facilmente lido pelas câmeras dos smartphones e que possibilitam uma infinidade de aplicações, a exemplo do WhatsApp Web, boletos bancários, descontos imperdíveis, cardápios digitais e até o transporte público.

Impulsionado pela pandemia da Covid-19, o QR Code não apenas veio para ficar, como tem revolucionado os meios de pagamento, tornando-os mais acessíveis para os consumidores e comerciantes. Inclusive, segundo a consultoria PwC, o número de transações que não utilizam o dinheiro em espécie, irá crescer 52% até 2025 na América Latina e, posteriormente, 48% até 2030.

Quais os principais benefícios desta aplicação na mobilidade urbana? Existem inúmeros, como agilidade, menor custo de operação e logística, maior eficiência, armazenamento e segurança nas transações. O QR Code une comodidade e inovação.

Vale destacar que esta tecnologia já está consolidada em diversos países, a exemplo da China, que faz uso dos códigos QR como principal forma de pagamento há anos. Por outro lado, a Espanha anunciou, em 2021, alguns planos para se transformar em uma sociedade sem dinheiro em espécie. Já no Reino Unido, as placas e sinalização de ruas mergulharam na tecnologia.

Fato é que soluções como essa são imprescindíveis, não apenas para os jovens consumidores, como também para os demais perfis, ao passo que o atual cliente busca experiências rápidas, seguras e fáceis. Por isso, passou da hora das instituições, principalmente financeiras, reavaliarem suas ações e adaptarem suas soluções. Pense nisso! 

Rodrigo von Uslar Petroni
CEO e cofundador da UPM2, startup paulista que desenvolve soluções para mobilidade urbana

Colaboração

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