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Nossa democracia é para quem mesmo?

Por Ademir Baldon

18 abr 2021 às 08:16

A nossa tão comemorada democracia sempre foi  meia boca. Afinal de contas, democracia para quem?

Para quem convém, é claro. Alguns exemplos para que possamos “pensar na cama”.

Um governador decide o que é essencial para a mesa da população, até porque a mesa dele tem de tudo e do melhor. Mulher é presa por estar descansando sozinha em uma praça, pelo fato de desobedecer o fica em casa. Um ministro adorador do PT, do nosso já tão desgastado STF, resolve com uma canetada limpar a ficha do maior chefe de quadrilha e assassino político em série desse País. Quem rouba o dinheiro do povo em benefício próprio mata pela falta de saúde, segurança, saneamento, trânsito, moradia, educação e de vergonha.

Parte da mídia comemora o feito. A OAB comemora, principalmente aquele senhor que desfila de bermuda lá pelo Congresso e acha tudo muito bonito. Jornalistas que falam mal dos togados vão para a cadeia e ficam por lá.

Político que é truculento com esses mesmos togados também vai preso em fragrante e lá permanece. Parte dos reitores de universidades federais e estaduais, bem como alguns dos seus alunos e professores adoraram a ideia. Sindicatos que passam por momento delicado enxergam a possibilidade do companheiro abastecer as tetas.

Parte das ONGs ri à toa, iguais as coprófagas hienas, quando comem suas próprias fezes ou de outros animais herbívoros. Artistas tomam champanhe de ótima marca para celebrar o feito. Ou seja, democracia para quem? Democracia para os mesmos que adoram o socialismo.

Socialismo para quem? Para o povo é claro, porque eles vivem muito bem obrigado. Em tempo, uma caneta na mão de um tal poderoso me assusta bem mais do que uma arma. Isso porque uma caneta mata bem mais do que um revólver. Rogamos a Deus para que possamos ter uma vida que segue.

Ademir Baldon é professor e mestre em Educação

Colaboração

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