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Estúdio 52

Pedro Pascal em todas?

Confirmado como um dos protagonistas da vindoura série "The Last of Us", da HBO, ator chileno se firma como nome do momento em Hollywood

Por Diego Juliani

17 fev 2021 às 09:00 • Última atualização 17 fev 2021 às 09:51

Com a confirmação na última semana do chileno Pedro Pascal no papel de Joel Miller, um dos protagonistas da esperada série que adapta um dos maiores sucessos do Playstation, “The Last of Us”, fica evidente que o ator está hoje entre os principais nomes da indústria e conquistou Hollywood.

Pedro Pascal será Joel Miller, em “The Last of Us”, nova série da HBO – Foto: Reprodução

Pascal, que alguns anos atrás não era conhecido do grande público e transitava por produções menores e papéis em peças de teatro, hoje aparece ligado a produções como “The Mandalorian”, série fenômeno do Disney+ que resgatou a franquia “Star Wars”, “Mulher Maravilha 1984”, filme recebido mal pela maior parte dos críticos, mas que deu continuidade ao sucesso estrelado por Gal Gadot, e agora a nova série da HBO, que dará vida a um dos melhores jogos eletrônicos da história, vencedor de diversos prêmios da indústria.

Mesmo debaixo do capacete, ator chileno ganhou destaque em “The Mandalorian” – Foto: Disney+_Divulgação
Em “Mulher Maravilha 1984”, Pascal interpretou o vilão Maxwell Lord – Foto: Warner_Divulgação

Mas o que explica esse sucesso em tão pouco tempo? Um dos motivos deve-se a versatilidade do ator de 45 anos, que apareceu com destaque pela primeira vez em 2014, graças ao príncipe Oberyn Martell, a Víbora Vermelha de Dorne, da quarta temporada de “Game of Thrones”, também da HBO.

Ator ganhou fama com personagem em “Game of Thrones”, em 2014, na quarta temporada – Foto: HBO_Divulgação

O personagem conquistou os fãs, e apesar da rápida passagem pelo seriado, abriu as portas e elevou a outro patamar o artista nascido em Santiago, e que viveu boa parte da vida no Texas, nos Estados Unidos.

Logo na sequência ele foi escalado para viver o agente Peña, um dos protagonistas de “Narcos”, da Netflix, e, de lá para cá, não saiu mais dos holofotes.

Agente Peña, em “Narcos”, do Netflix – Foto: Netflix_Divulgação

Para se firmar em um cenário tão competitivo, o ator precisou transitar entre papéis carregados de intensidade. E, ao imprimir humanidade a eles, conquistou o direito de deixar sua marca em Hollywood.

O triunfo de Pascal não está no jeito de “paizão anti-herói” escrutinado em sua atuação como Din Djarin, em “The Mandalorian”, ou na carregada falta de escrúpulos do vilão Maxwell Lord de “Mulher Maravilha 1984”. A força motriz do ator parece ser a criatividade que oferece a cada personagem, se entregando como se aquele fosse seu último papel.

Ao transmitir emoção mesmo atrás de um capacete, Pascal sinaliza que tem um lugar muito maior nas telas do que apenas interpretar o estereótipo do homem latino e durão.

Resta esperar por uma atuação reveladora em “The Last of Us”, ainda sem data para estrear.

Diego Juliani

Editor do LIBERAL, está no grupo desde 2010. Fã de um bom cinema com pipoca, séries que não dão sono e saudosista dos games dos anos 90, o que já entrega sua idade.

Estúdio 52

Quer saber sobre aquela série que está bombando na internet? Sim, temos. Ou aquele jogo que a loja do seu console vai disponibilizar de graça? Ok. Curte o trivial e precisa dos lançamentos do cinema? Sem problema, é só chegar.