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A propalada terceira via

Por João Rodella

11 jun 2021 às 07:37

Seria esta uma discussão prematura sobre o assunto? Não. Com a eleição marcada para outubro do próximo ano e as inúmeras tratativas necessárias, teremos um período promissor e adequado para a coordenação ética.

Ainda mais com a situação preocupante do Brasil. Além da Covid-19, que malditamente nos fustiga, há desemprego aloprado em todo o País. As ações na região Amazônica são intensas. O banditismo age com ousadia nas favelas. O arrocho orçamentário – provocado pelo novo coronavírus ou outros fatores – está comprovado. Problemas não faltam e reformas urgem faz décadas, entre elas a política.

O que temos no cardápio? Faz algum tempo muita polarização. Com ela permeando aqui e ali, o clima político esquenta e ferve, indício de incêndio na campanha eleitoral do próximo ano.

Para evitar ou amainar essa polarização mais acesa, entre quem postula a reeleição e o candidato do PT, imagina-se uma terceira via. Com quais ingredientes? Se for para formatá-la com os políticos atuais não frutificará, pois muitos possuem maus hábitos políticos incuráveis e teremos mais do mesmo.

O que, então? Gente mais jovem com ideias mais arejadas, arrojadas, centradas no povo. Não necessitamos de proselitismo ou restos de nazismo, fascismo e militarismo, nem direitismo, esquerdismo, mentirismos, corrupcionismos, divisionismos, etc.

Necessitamos de quem enxergue além do horizonte. Somente assim deixaremos de ser País periférico e o povo desfrutará do que é seu: o Brasil.
União patriótica, humanitária e ética já, democraticamente construída.

João Rodella, do Espaço Literário Nelly Rocha Galassi

Colaboração

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