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Carreira & RH

A felicidade está longe da empresa onde você trabalha?

Colaboradores afirmam estar mais felizes no home office; você, enquanto profissional, o que acha?

Por Marcos Tonin

10 de setembro de 2023, às 16h34

Segunda-feira mínima, “The Great Resignation”, “Opt Out”, home office e agora a jornada de quatro dias, que nesta semana inicia seus testes no Brasil. Tudo isso parece ser um efeito desenfreado pós-pandemia, que nos mostra que realmente as empresas não foram feitas para nos proverem felicidade, bem-estar e muito menos realização pessoal.

Colaboradores afirmam estar mais felizes no home office, longe dos chefes tóxicos e da gestão de política corporativa, bem como sinalizam ganhos na qualidade de vida, tempo reduzido no trânsito e mais proximidade com a família.

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Nos Estados Unidos o movimento abrupto do “The Great Resignation”, quando funcionários se demitem voluntariamente, incentivou milhões de colaboradores a abandonarem de vez seus empregos para “nunca mais” e parece que este movimento, ainda que já tenha causado arrependimento em muitos, continua tendo força.

Será que tudo isso é uma realidade ou estamos desenfreados descendo uma ribanceira tão íngreme de modinhas e mais modinhas que não conseguimos refletir. Até que ponto os programas de satisfação, saúde mental, marca empreendedora, títulos de melhores empresas, pesquisas e equiparações salariais estão sendo efetivos?

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Será que os esforços ao longo dos anos em transformar o ambiente de trabalho em algo mais “humano” e acolhedor estão conseguindo superar a enxurrada de promoções equivocadas de gestores tóxicos e psicopatas que “destroem” o ambiente corporativo? Quem é o responsável? Existe culpado ou isso tudo é uma triste realidade?

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Você, enquanto profissional, o que acha? Qual sua opinião sobre descobrirmos que somos felizes somente fora do horário comercial e fora da estrutura corporativa? Será que a Geração Z e os Millennials estão corretos em “demonizar” o trabalho como fonte de satisfação e atrelar somente pontos negativos àquilo que nos traz crescimento intelectual, comportamental e técnico?

Estão gerações passadas erradas ao incorporar o trabalho como parte importante e essencial da vida? Estamos caminhando para o “mundo de Alice”, onde tudo é fantasia, cores, alegrias e nada de frustração ou vamos começar a ensinar que por detrás de cada problema existe uma oportunidade de aprendizado? Qual o papel do trabalho e das relações profissionais num futuro próximo? Qual sua opinião? Sua felicidade está onde?

Marcos Tonin

Marcos Tonin, especialista na área de gestão e liderança, fala sobre mercado de trabalho em textos quinzenais