Sumaré usa drones para monitorar comércios em quarentena

Na última segunda-feira o prefeito Luiz Dalben decretou estado de calamidade pública devido à expansão do novo coronavírus


A Prefeitura de Sumaré anunciou nesta quarta-feira (25) que mapeará a cidade com drones para checar a movimentação nos estabelecimentos e o cumprimento da determinação de quarentena, que proíbe que os comércios abram.

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Na última segunda-feira o prefeito Luiz Dalben (Cidadania) decretou estado de calamidade pública devido à expansão do novo coronavírus (Covid-19). Com isso, todos os comércios com atendimento presencial receberam a ordem para baixar as portas por 15 dias.

Uma das maneiras encontradas pela administração para checar se o decreto está sendo cumprido é o uso de drones. A tecnologia também será usada para monitorar a circulação de pessoas nas ruas da cidade.

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O decreto

Estabelecimentos que servem alimentos e bebidas em mesas ou balcões só poderão atender pedidos por telefone ou serviços de entrega (delivery). Nesta terça-feira, a Guarda Municipal orientou 94 comerciantes sobre a medida.

Está liberada a abertura dos estabelecimentos com atendimento presencial que prestam serviços considerados essenciais. No setor de alimentação, podem funcionar supermercados, hipermercados, açougues, lojas de conveniências e padarias, desde que não permitam o consumo no interior do estabelecimento nesse período da quarentena.

Feiras livres estão permitidas. Já as barracas que comercializam pastéis, por exemplo, não poderão disponibilizar mesas com cadeiras. As pessoas terão que efetuar a compra e circular. Ninguém poderá consumir no local.

Também poderão funcionar loja de venda de água mineral, postos de gasolina, oficinas, transporte público, táxis, aplicativos de transporte, serviços de call center, pet shops, funerárias, distribuidora de gás e bancas de jornais, transportadoras e armazéns.

Nos serviços da área da saúde está liberado o funcionamento de hospitais, clínicas e farmácias. O Decreto autoriza o Município a dispensar licitação para aquisição ou locação de materiais, serviços e produtos que ajudam no tratamento ou prevenção do vírus, bem como a efetuar a requisição de bens e serviços de pessoas naturais e jurídicas.

Outros setores com abertura permitida são empresas de segurança privada; empresas de limpeza, manutenção e zeladoria; bancos; lotéricas e correspondentes bancários.

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As concessionárias de gás, eletricidade e água não deverão interromper seus serviços, bem como os fornecedores de insumos e de materiais necessários ao enfrentamento da doença (álcool em gel, máscara, luvas, lenços de papel e aventais) devem reservar, no mínimo, 10% dos mesmos para abastecimento das unidades de saúde de Sumaré por 30 dias.

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