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Polícia

Na lista dos mais procurados do país, criminoso é detido em Sumaré

Arnon da Silva Vieira é suspeito de integrar quadrilha que explodiu agência bancária em Piracicaba, em 2018

Por Marina Zanaki

10 out 2020 às 15:47 • Última atualização 11 out 2020 às 08:24

A Polícia Civil de Hortolândia capturou na manhã deste sábado (10), em Sumaré, um homem de 29 anos que aparece na lista dos criminosos mais procurados do País no site do Ministério da Justiça. O LIBERAL apurou que se trata de Arnon da Silva Vieira, suspeito de ser membro da quadrilha que explodiu uma agência da Caixa Econômica Federal em Piracicaba em 2018.

Arnon figura na lista dos mais procurados do país – Foto: Reprodução

Ele também é acusado de ser o responsável pela aquisição e distribuição de explosivos e armas na região de Campinas. O criminoso foi encontrado no Parque Yolanda e conduzido à cadeia de Sumaré.

Segundo informações da SSP (Secretaria de Segurança Pública), a prisão foi realizada por agentes da Delegacia de Hortolândia. Eles se deslocaram até Sumaré após receberem a informação que neste sábado um dos criminosos mais procurados do país estaria em uma festa. O evento estava sendo realizado em uma chácara na Rua Seis, no Parque Yolanda.

“A equipe realizou uma campana do lado de fora e, após cerca de quatro horas, visualizaram o homem saindo a pé, sendo que ao perceber que seria abordado ele tentou fugir e entrou em uma área de mata. Contudo, após buscas na região, ele foi localizado”, publicou a SSP.

Arnon figura na lista dos criminosos mais procurados do País. Contra ele, há um mandado de prisão preventiva expedido pelo Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo em novembro de 2018.

As tipificações do mandado de prisão se referem a porte de arma de fogo, acessório ou munição de uso permitido, mas em desacordo; possuir, fornecer ou transportar arma de fogo de uso restrito, sem autorização; importar, exportar, fabricar, guardar ou fornecer drogas, mesmo que gratuitamente.

Crime

Uma quadrilha explodiu uma agência da Caixa Econômica Federal em maio de 2018. O grupo com, pelo menos, sete homens, levou dinheiro e joias. A quadrilha cercou uma praça e disparou por cerca de 20 minutos para impedir a ação de policiais ou guardas civis. Na ocasião, três homens foram presos.

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