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Sumaré

Após roubo em subestação, CPFL orienta sobre como identificar funcionários

Medida foi tomada como precaução após bandidos roubarem cerca de 20 uniformes, além de veículos da concessionária

Por Cristiani Azanha

06 de agosto de 2022, às 16h04 • Última atualização em 06 de agosto de 2022, às 16h08

Após um grupo invadir a subestação da CPFL no Matão, em Sumaré, e roubar cerca de 20 uniformes na última quarta-feira (3), a concessionária decidiu orientar os moradores sobre como identificar seus funcionários. A medida foi aplicada após a divulgação de um áudio compartilhado em grupos do WhatsApp, que relatava sobre cautelas no atendimento nas residências, visto que suspeitos poderiam usar os uniformes nas ações criminosas.

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De acordo com a CPFL, os funcionários que prestam serviços sempre comparecem devidamente identificados com crachás, uniformes, veículo com identificação da empresa e com ordem de serviço para a execução da atividade, contudo, caso o cliente ainda tenha dúvidas, pode entrar em contato por meio dos canais de atendimento, entre eles, o 0800 010 1010 (CPFL Paulista), e informar o número da nota de serviço e confirmar a autenticidade da mesma com o atendente.

“Caso não seja possível realizar a confirmação no momento, a orientação da empresa é de que o cliente não permita a execução do serviço e não assine ou entregue qualquer documento”, cita a nota.

INVESTIGAÇÃO. A Polícia Civil já iniciou a investigação na tentativa de identificar e prender os envolvidos. O delegado Diego Bini, que coordena a apuração, disse, recentemente, que considera a possibilidade de que os caminhões e uniformes roubados da concessionária possam ser utilizados em outras ações criminosas.

O CASO. Um grupo de assaltantes entrou na subestação da CPFL, no Matão, em Sumaré, fez um vigilante como refém na madrugada desta quarta-feira (3) e o obrigou a abrir, onde ficava guardado seu revólver.

Os criminosos também levaram o colete balístico, 12 munições, 20 uniformes da concessionária com EPI (Equipamento de Proteção Individual), dois caminhões com guincho, ferramentas, 370 metros de cabos, micro-ondas e ferramentas. O caso está sendo apurado pelos policiais civis do 4º Distrito Policial de Sumaré. Ninguém foi preso.

Segundo a Polícia Civil, o vigilante de uma empresa terceirizada de segurança foi rendido no momento em que chegava ao trabalho. Os assaltantes já sabiam que a arma do funcionário estava guardada no cofre da subestação. Ele foi obrigado a abri-lo, após ser ameaçado de morte.

O vigilante relatou que eles se comunicavam com outros envolvidos por radiocomunicadores. Enquanto a quadrilha vasculhava o local, alguns dos suspeitos mandaram que o vigilante permanecesse em uma área de mato, por 30 minutos. A vítima fugiu em direção à rua e conseguiu localizar policiais militares que faziam patrulhamento nas imediações.

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