Vereador ataca prefeitura por respostas ‘pífias’

Carlão Motorista (PDT) classificou como “pífia e bisonha” as respostas da administração em três requerimentos de sua autoria


O vereador de Santa Bárbara d’Oeste Antônio Carlos Ribeiro, o Carlão Motorista (PDT), classificou como “pífia e bisonha” as respostas da prefeitura em três requerimentos de sua autoria. Através de sua página no Facebook, nesta sexta-feira, o parlamentar fez um “textão” sobre o caso e garantiu que vai reapresentar os questionamentos.

Carlão reclamou das respostas sobre a paralisação do programa Cidade Mirim do Trânsito, alterações em área verde na Rua Suíça e despesas com publicidade nas comemorações de 200 anos da cidade. O posicionamento também foi divulgado pela assessoria de imprensa do Legislativo.

“Entra ano e sai ano, desde que essa Administração assumiu em 2013, que os vereadores, principalmente os que são considerados por eles como ‘oposição’, têm requerimentos de informações respondidos de maneira pífia e bisonha, sem qualquer respeito com o Poder Legislativo (…)”, disparou Carlão.

No requerimento sobre o aniversário da cidade, o parlamentar fez oito perguntas, porém nenhuma foi respondida diretamente. O secretário de Governo, Rodrigo Maiello, disse no documento que as informações estão à disposição para consulta do vereador, mediante aviso prévio.

O presidente da câmara, Felipe Sanches (PSC), soube do caso pela reportagem do LIBERAL. No texto, Carlão disse esperar que o novo presidente busque, de forma política, resolver “essa situação vergonhosa”.

“Vou chamar o vereador para conversar, ver quais são as dificuldades que está enfrentando, quais são as informações que ele está querendo ter, para ver depois o que pode ser feito. Tem que entender também por parte dele quais são os temas que ele acha que não foram concluídos. E daí após isso eu vejo quais são caminhos necessários”, disse Sanches.

Questionada pelo LIBERAL, a prefeitura disse apenas que “responde todos os requerimentos de maneira adequada e dentro dos prazos estipulados pela Lei”. A reportagem não conseguiu contato com Rodrigo Maiello na noite de ontem.

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