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Santa Bárbara

Santa Bárbara prepara Plano de Educação Ambiental

Expectativa de comissão é colocar o plano para votação na Câmara Municipal até o fim do ano

Por Leonardo Oliveira

20 fev 2021 às 07:47

O Comdema (Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente) de Santa Bárbara d’Oeste está em fase final de elaboração do Plano Municipal de Educação Ambiental, que vai determinar quais são as metas da cidade para a área pelos próximos dez anos.

Ele é importante para que o município ganhe pontos dentro do Programa Município Verde Azul, do Governo do Estado. Quanto melhor colocada a cidade for dentro de um ranking estadual, mais recursos recebe através do Fecop (Fundo Estadual de Prevenção e Controle da Poluição) ela ganha.

Com as verbas destinadas pelo programa, o município consegue fazer obras em centros de triagem, implantar ecopontos, comprar veículos para melhorar a coleta de lixo e equipamentos para o aterro sanitário, entre outras possibilidades.

Segundo o biólogo do DAE (Departamento de Água e Esgoto), Felipe Gasparotto, que foi um dos coordenadores da Comissão Técnica de Educação Ambiental responsável pela elaboração do plano, a expectativa é concluir o documento até o mês de junho.

Depois, ele terá que ser aprovado pelo Comdema e deverá passar por audiências públicas, quando poderá receber opiniões dos moradores da cidade. Só depois é que vai para votação em plenário da Câmara Municipal.

“A gente quer desenvolver a educação ambiental no município, articular pessoas e instituições nos processos educativos  para desenvolver cidadãos críticos, participativos e engajados na transformação socioambiental e também visando a proteção e recuperação do meio-ambiente”, disse Felipe ao LIBERAL.

O plano, que começou a ser feito no ano passado, é uma das exigências de uma lei de 2019 que criou a Política Municipal de Educação Ambiental. O primeiro passo, já concluído, foi fazer um diagnóstico da atual situação do município em relação ao tema.

Questionários foram enviados para 107 instituições de vários setores do município, que responderam se já tinham algum programa de educação ambiental. Ao todo, foram identificados 129 ações ligadas ao meio-ambiente.

As iniciativas de educação ambiental se concentraram, principalmente, nas escolas municipais, que tiveram 40% dos projetos. Na sequência apareceram as escolas estaduais e faculdades (25%), sociedade civil (13,8%) e escolas particulares (12%).

Os dados foram fornecidos à reportagem pelo biólogo do DAE (Departamento de Água e Esgoto), Felipe Gasparotto, que foi um dos coordenadores da comissão. É com base nesse diagnóstico que as metas a curto, médio e longo prazo estão sendo definidas.

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