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Investigação

Polícia Civil abre inquérito para investigar suposto estupro em S. Bárbara

Mulher procurou a polícia para relatar que companheiro a agrediu com socos e chutes, e obrigou a ter relações sexuais; caso aconteceu na virada do ano

Por Leonardo Oliveira

07 jan 2020 às 09:42 • Última atualização 07 jan 2020 às 20:21

A Polícia Civil abriu um inquérito para investigar um suposto caso de estupro ocorrido no bairro Cidade Nova, em Santa Bárbara d’Oeste, na virada de ano. Uma mulher diz que seu companheiro a agrediu com socos e chutes, a estuprou e depois empurrou sua cabeça no vaso sanitário, mergulhando na urina dele.

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De acordo com a SSP (Secretaria de Segurança Pública de São Paulo), o caso é investigado pela DDM (Delegacia de Defesa da Mulher) da cidade por meio de um inquérito. Foi solicitado o exame de corpo de delito dos dois ao IML (Instituto Médico Legal).

Como não houve flagrante, o suspeito foi liberado, mas terá que prestar esclarecimentos durante a investigação.

Foto: Edson Lopes Jr - A2AD
Polícia Civil, por meio da DDM de Santa Bárbara, irá investigar o caso por meio de inquérito

A vítima tem um relacionamento amoroso com o suposto autor e um filho de nove meses com ele. O LIBERAL teve acesso ao boletim de ocorrência do caso. Nele, a vítima relata que o companheiro é uma pessoa violenta, possessiva, bebe muito e que já foi agredida por ele outras vezes, mas nunca prestou queixa.

Segundo ela, na véspera de ano novo, o suspeito chegou em casa dizendo que seu carro foi apreendido e a que a culpa era da mulher. Ele teria chutado sua barriga e socado sua boca e a cabeça.

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A mulher relata que foi trancada no quarto, amarrada e obrigada a ter relações sexuais com o rapaz. No dia seguinte (1º), foi acordada com chutes na barriga. O homem teria tentado enforcá-la e a vítima diz ainda que o companheiro mergulhou sua cabeça no vaso sanitário, que estava com a urina dele.

No dia 2 de janeiro, enquanto o suspeito dormia, a mulher conseguiu achar as chaves do imóvel e foi para a casa da avó. Depois, foi até o plantão policial para registrar um boletim de ocorrência. A reportagem tentou contato com a vítima por telefone, mas as ligações não foram atendidas.