Univesp estuda implantar novos cursos na região

Objetivo da universidade é oferecer, no segundo semestre de 2019, administração de empresas e ciências contábeis


Um ano após “chegar” à RPT (Região do Polo Têxtil), a Univesp (Universidade Virtual do Estado de São Paulo) planeja a ampliação do número de cursos de graduação oferecidos em seus polos.

Hoje, a instituição conta com engenharia de produção, pedagogia e matemática em Santa Bárbara d’Oeste. Os mesmos cursos, mais o de engenharia de computação, são oferecidos em Americana e Hortolândia. Todos eles na modalidade EAD (Ensino à Distância).

Foto: Divulgação
Diretora acadêmica, Patrícia diz que há planejamento para oferecer novos cursos

“A gente tem um planejamento para oferta de novos cursos. Não entramos em discussão com as prefeituras ainda, mas a ideia é oferecer a partir do segundo semestre de 2019 cursos na área de administração de empresas e de ciências contábeis”, explica a diretora acadêmica Patrícia Laczynski.

De acordo com a coordenadora, essa ampliação ainda está em fase de planejamento interno e depende de conversas com as prefeituras e parcerias do Estado na manutenção dos polos, onde os alunos realizam os encontros presenciais mensais.

“Como universidade ligada ao governo do Estado, fazemos uma ampla divulgação nos municípios sobre o potencial de se levar cursos superiores gratuitos e de qualidade para as cidades. As prefeituras que tem interesse procuram a Univesp para firmar convênio. Para escolher os cursos levamos em conta a solicitação das prefeituras, porque a gente entende que são elas que sabem melhor quais as demandas de cursos que a cidade tem. Hoje temos cinco cursos de graduação e um de extensão”, explica.

Nos quatro polos da RPT, a Univesp soma hoje 482 alunos. O maior deles, em Americana, tem 144 inscritos. O curso mais procurado em toda a região é o de pedagogia. “A Univesp cresceu muito com novos polos e novas cidades e estamos recebendo um retorno positivo, tanto de alunos quanto das prefeituras. A gente conseguiu ampliar o acesso, no Estado, a cursos de graduação com qualidade e em uma universidade pública e gratuita. Consideramos isso como uma política pública de educação e inclusão social”, concluiu.

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