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Covid-19

Confira a situação do novo coronavírus em Americana, Santa Bárbara e região

LIBERAL atualiza diariamente os casos da Covid-19 nas cinco cidades da Região do Polo Têxtil

Por Da redação

01 jun 2020 às 09:18 • Última atualização 07 jul 2020 às 21:01

A RPT (Região do Polo Têxtil), inserida em uma localização tida como “problemática ao extremo” por especialistas, teve seu primeiro caso confirmado do novo coronavírus (Covid-19) no dia 20 de março, em Hortolândia.

Desde então, os número vêm crescendo nas cidades de Americana, Hortolândia, Nova Odessa, Santa Bárbara d’Oeste e Sumaré.

Confira a atualização dos casos nas cidades da região:

Americana (atualizado em 7 de julho): 769 casos, com 37 óbitos confirmados. 496 pacientes estão curados em Americana.

Hortolândia (atualizado em 7 de julho): 791 casos, com 39 óbitos confirmados. Na cidade, 674 pacientes já receberam alta.

Nova Odessa (atualizado em 7 de julho): 149 casos, com 13 óbitos confirmados. Ao todo, 121 pessoas já estão recuperadas na cidade.

Santa Bárbara d’Oeste (atualizado em 7 de julho): 879 casos, com 23 óbitos confirmados. A cidade tem 594 pacientes curados.

Sumaré (atualizado em 7 de julho): 980 casos, com 58 óbitos confirmados e 786 pacientes já receberam alta.

Região do Polo Têxtil está inserida em uma localidade considerada problemática ao extremo para a disseminação do novo coronavírus – Foto:

“The Chancellor Rishi Sunak visits a coronavirus testing laboratory in Leeds” by HM Treasury is licensed under CC BY-NC-ND 2.0

Mortes em Americana

Na cidade, o primeiro óbito ocorreu no dia 27 de março e foi confirmado pela prefeitura em 3 de abril. Trata-se de um idoso de 64 anos, morador da Vila Rehder.

A segunda morte ocorreu no dia 4 de abril. A vítima era o fundador da FAM, Florindo Corral, de 70 anos, que pertencia ao grupo de risco e estava internado em São Paulo.

No dia 13 de abril, a Prefeitura de Americana anunciou a terceira morte pelo coronavírus. A vítima era o comerciante Alessandro Moitinho Pacheco, de 48 anos, morador do Jardim Ipiranga. Ele estava internado no Hospital Dr. Waldemar Tebaldi e pertencia ao grupo de risco por ser hipertenso e diabético.

No dia 8 de maio, o governo municipal informou a quarta morte, de um homem de 60 anos, que era morador do Parque da Liberdade e estava internado em São Paulo. Ele faleceu no dia 28 de abril, no Hospital do Servidor Público Estadual, na capital paulista. O paciente, segundo informou a prefeitura, estava em tratamento de câncer.

A quinta e a sexta morte ocorreram na casa de repouso Flor de Liz, no bairro Santa Cruz, no último sábado (23). As vítimas eram duas moradores do local de 69 e 71 anos.

Morador de Americana, o enfermeiro Renan Daniel do Prado morreu neste sábado (30), aos 31 anos, e foi o sétimo óbito e o primeiro de um profissional da saúde no município. Ele morava no bairro São Jerônimo e, há três anos, trabalhava em Piracicaba, na UPA (Unidade de Pronto Atendimento) Piracicamirim.

A oitava e a nona mortes foram de uma idosa de 83 anos e de outra de 81, respectivamente, ambas moradoras da casa de repouso Flor de Liz, estabelecimento que até agora já teve quatro óbitos pela doença. As mortes ocorreram na mesma semana, sendo a primeira no dia 2 de junho e a segunda no dia 4.

No dia 10 de junho, a Prefeitura de Americana informou mais três mortes. Os dois primeiros óbitos informados morreram no dia 4. Uma das vítimas era um idosa de 82 anos, moradora do Jardim da Paz, que sofria de problemas respiratórios, obesidade e diabetes. O outro era um idoso de 78 anos, morador do Parque Gramado – ele tinha hipertensão, obesidade e problemas respiratórios.

A 12ª morte foi de um homem de 59 anos, que estava internado no Hospital Municipal de Americana desde o dia 31 de maio. Ele era morador do Vale das Nogueiras e tinha problemas respiratórios.

A prefeitura recebeu a confirmação da 13ª morte pelo novo coronavírus no dia 13 de junho. Trata-se de um homem de 45 anos, que morava no Jardim Girassol. Ele faleceu no dia 7 de junho.

A 14ª morte pela Covid-19 na cidade foi informada no dia 15 de junho. O paciente era um homem de 33 anos, morador do bairro Jardim Brasil, que estava internado no Hospital Municipal e morreu no dia 14. Ele tinha obesidade e epilepsia.

No dia 17 de junho houve a confirmação da 15ª morte. A vítima era uma mulher de 64 anos, moradora do Campo Limpo, que estava internada desde 29 de maio no HM. Ela era diabética, fator que a incluía no grupo de risco.

A 16ª morte registrada na cidade pela Covid-19 foi de um homem de 68 anos, morador do bairro Campo Limpo, que faleceu no dia 18. Ele era irmão da vítima registrada como 15ª morte no município.

A 17ª morte ocorreu no dia 19 de junho. A paciente era uma idosa de 82 anos, que estava internada desde o dia 8 em um hospital particular. Ela morava no Parque Novo Mundo.

Americana teve mais uma morte por coronavírus nesta semana, a do representante comercial David Martins, de 29 anos, que morreu na noite do dia 18. Ele testou positivo para a doença, mas a prefeitura informou que confirma mortes por coronavírus apenas quando recebe o resultado do exame PCR e que, até o momento, o resultado ainda não chegou ao município.

A 18ª morte em Americana foi de um idoso de 74 anos, morador da Vila Mariana, que estava internado em um hospital particular. O paciente morreu no dia 20 de junho, mas o registro foi informado somente no dia 22 pela prefeitura.

No dia 23 de junho foram informadas mais duas mortes na cidade. A 19ª foi do agente penitenciário Vanderlei de Almeida, de 55 anos, que estava internado desde o dia 8 de junho no Hospital Municipal. Ele tinha diabetes e hipertensão e veio a óbito no dia 22.

A 20ª morte na cidade foi de um homem de 64 anos, morador do Jardim Brasil. Ele também estava no HM e morreu no dia 22. Ele também tinha diabetes e hipertensão, segundo a prefeitura.

A 21ª morte por Covid-19 na cidade foi a do aposentado José Luiz de Oliveira, de 61 anos, que morreu no dia 24. Ele estava internado no HM de Americana desde o dia 30 de maio. O registro do óbito foi informado no dia 25.

No dia 26 de junho foram informadas mais duas mortes pela Covid-19 na cidade. O 22º óbito foi uma mulher de 64 anos, moradora do Jardim Mirandola, que morreu no dia 22 de junho em um hospital particular de Campinas.

A 23ª morte confirmada é a do representante comercial David Martins, a vítima mais jovem da doença na região. Ele tinha 29 anos e não apresentava nenhuma comorbidade. O rapaz não tinha comorbidades e morava no Jardim da Balsa.

No dia 29 de junho foi informado mais um óbito. A 24ª vítima era um homem de 59 anos, morador do Jardim Boer, e que morreu no dia 22 de junho, no Hospital Municipal Dr. Waldemar Tebaldi. Ele tinha diabetes e hipertensão.

O 25º e o 26º óbitos foram comunicados pela prefeitura no dia 30 de junho. Um dos pacientes tinha 39 anos, morava na Vila Belvedere e tinha diabetes. Ele morreu segunda-feira (29), no Hospital Municipal, onde estava internado desde 11 de junho.

O outro tinha 76 anos e morava no Mollon. Ele faleceu no próprio dia 30 também no HM de Americana, onde estava desde o dia 8 do mesmo mês. O idoso tinha doença pulmonar.

A 27ª morte foi confirmada em 1º de julho. A vítima era um idoso de 82 anos, morador da região do Nova Americana, que estava internado no Hospital Municipal Dr. Waldemar Tebaldi desde o dia 22 de junho e faleceu no dia 30.

No dia 2 de julho, o município confirmou mais três óbitos pela Covid-19, chegando a 30. Os dois primeiros eram dois idosos de 60 e 74 anos, moradores do Mário Covas e do Jardim Nossa Senhora Aparecida, respectivamente, que estavam internados no HM e morreram no dia 24 de junho. Ambos tinham comorbidades.

A terceira morte informada no dia era de outro homem idoso, de 90 anos, que tinha doença cardiovascular e trombose venosa profunda. Ele estava internado em um hospital particular e foi levado ao HM no dia 1º de julho, quando morreu.

A 31ª morte da cidade, informada em 3 de julho, foi de um homem de 63 anos, morador do São José, que tinha insuficiência renal, diabetes e hipertensão. Ele estava internado desde 15 de junho no HM e morreu no dia 23 do mesmo mês.

A Prefeitura de Americana informou mais quatro mortes no dia 6 de julho, elevando o total para 35 óbitos.

Uma das mortes confirmadas foi de um homem de 63 anos, morador do Jardim Brasil, que tinha diabetes e hipertensão e morreu no dia 27 de junho. Outra vítima era uma mulher de 58 anos, que morava no Jardim dos Lírios e morreu em 29 do mesmo mês. Ela sofria de hipertensão arterial.

O terceiro óbito informado no dia 6 foi de um homem de 58 anos, que vivia no Jardim da Paz e que morreu no dia 4. Ele tinha diabetes.

Por fim, a quarta morte informada foi de outro homem, de 64 anos, morador do Antonio Zanaga, que veio a óbito também no dia 4. Ele tinha doença cardiovascular crônica e diabetes.

No dia 7 de julho foram informadas mais duas mortes. A 36ª foi de uma idosa de 90 anos, que morava no Centro e sofria de Alzheimer. Ela estava internada em um hospital particular e morreu no dia 4 do mesmo mês.

O 37º óbito foi de outra mulher, de 59 anos, que morava na Praia Azul. Ela morreu na cidade de Fernandópolis (SP), no dia 5 de julho. A paciente tinha doença cardíaca crônica e depressão.

Mortes em Santa Bárbara:

primeiro óbito em Santa Bárbara d’Oeste foi confirmado no dia 17 de abril. A vítima era o representante comercial Claudinei Clemente, de 50 anos.

segunda morte foi de uma mulher de 44 anos, moradora do Cidade Nova, confirmada no dia 20 de maio. Ela estava internada na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do Hospital Santa Bárbara.

terceiro caso fatal na cidade foi confirmado no dia 27. A vítima era uma idosa de 84 anos, moradora da região do Jardim Esmeralda, e que estava internada no Hospital Santa Bárbara.

Já a enfermeira aposentada Maria de Lourdes Barbosa, de 67 anos, morreu no dia 30 de maio e foi a quarta morte da cidade provocada pelo novo coronavírus. Moradora do Jardim Pérola, em Santa Bárbara d’Oeste, ela estava internada na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do Hospital Samaritano Campinas.

A quinta morte por Covid-19 na cidade foi de Anderson da Silva, de 34 anos, morador da região do Conjunto Roberto Romano e que cumpria pena em presídio na cidade de Sorocaba. O óbito ocorreu em 1º de junho, mas foi informado somente no dia 10.

A prefeitura informou a sexta morte no dia 15 de junho. O paciente era um homem de 85 anos, que estava internado no Hospital Santa Bárbara. Ele morava na região do Planalto do Sol 2.

A sétima morte na cidade foi informada no dia 16. A vítima é uma mulher de 68 anos, que morava na região do Planalto do Sol 2 e que morreu no dia 13.

A oitava, a nona e a décima mortes foram informadas no dia 17 de junho. O óbito de número oito foi de um homem de 68 anos, morador da região do Jardim Europa, que estava internado em Hortolândia e morreu em 26 de maio.

A nona foi de outro homem, de 67 anos, que morava no Mollon, estava internado em Campinas e morreu no dia 16.

A décima morte foi do pedreiro Aparecido Vieira, de 57 anos, que morreu no dia 17. Ele aguardava vaga em UTI desde o dia 12 e a conseguiu, mas não foi transferido, em função da piora de seu estado de saúde.

A 11ª morte no município foi a do empresário Nelson Luis Miranda, de 55 anos, que faleceu no dia 18 de junho. Ele estava internado no Hospital Santa Bárbara desde o final de maio.

Neste mesmo dia 18, também foi informada a 12ª morte na cidade. A vítima era um homem de 72 anos, morador da região do Vista Alegre, Romano e Laudisse, que veio a óbito no dia 11 de junho.

No dia 22 de junho o município informou mais três mortes. A 13ª foi de um idoso de 86 anos, que morava na região do Jardim Esmeralda e da Cidade nova e morreu neste mesmo dia.

A 14ª e a 15ª foram de outros dois homens, de 89 e 81 anos, respectivamente, que moravam na região do Jardim Europa e morreram dois dias antes do informe da prefeitura, no dia 20 de junho.

No dia 23 de junho a prefeitura de Santa Bárbara informou mais três óbitos, chegando a um total de 18. A 16ª morte foi de um homem de 62 anos, que morava na região do Jardim Esmeralda e da Cidade Nova, tendo a vítima morrido no dia 22.

Os outros dois óbitos, 17º e 18º, foram de duas mulheres. Uma delas tinha 74 anos, morava na região do Mollon e morreu no dia 12 de junho, enquanto a outra tinha 65 anos, morava na região do Jardim Europa e morreu no dia 19.

O 19º óbito no município foi de uma idosa de 69 anos, moradora da região do Planalto do Sol (região F do mapa da prefeitura), que morreu no dia 27. A prefeitura divulgou a morte em 29 de junho e não informou onde a mulher estava internada e nem se tinha problemas agravantes para a doença.

No dia 1º de julho foi informada a 20ª morte pela doença na cidade, da idosa Vilma Terezinha Tavares, de 68 anos, que faleceu neste mesmo dia, após ficar 12 dias internada na UTI do Hospital Santa Bárbara.

No dia 2 de julho a prefeitura informou mais duas mortes, chegando a 22 registros. Um dos pacientes era um idoso de 74 anos, morador da região do Jardim Europa, enquanto a outra vítima era um homem de 58 anos, morador do Jardim Pérola. Os dois morreram na data em que os óbitos foram informados.

Em 6 de julho, foi informado o 23º óbito na cidade. A vítima era uma mulher de 46 anos, que morreu no dia 4 do mesmo mês e morava na região do Planalto do Sol. Não há informações sobre se a paciente estava internada ou se tinha comorbidade.