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Polícia Civil

Casa em Sumaré servia como depósito de bebida falsificada, diz polícia

DIG de Campinas identificou quatro empresas clandestinas de bebidas falsas

Por Maria Eduarda Gazzetta

25 de maio de 2022, às 17h01 • Última atualização em 25 de maio de 2022, às 19h48

A DIG (Delegacia de Investigação Gerais) de Campinas cumpriu, na manhã desta quarta-feira (25), quatro mandados de busca e apreensão em empresas clandestinas de falsificação de bebidas, em Campinas e Sumaré.

No Jardim São Luiz, em Sumaré, um homem foi detido suspeito de ser responsável por uma das casas que serviam como depósito. O local onde ele estava era usado como estoque dos produtos prontos, com tampas, caixas de bebidas e adesivos de marcas a serem colados nas garrafas.

Ação da Polícia Civil cumpriu quatro mandados nesta quarta-feira – Foto: DIG de Campinas / Divulgação

De acordo com informações da delegacia especializada, a operação batizada de Aletheia – palavra que se refere a um personagem da mitologia grega associada à verdade – identificou quatro locais, sendo um no bairro Jardim Bela Vista, outro no CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano) Amarais e no bairro Padre Anchieta, em Campinas, além da casa em Sumaré.  

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No Bela Vista, o primeiro endereço em que foi cumprido o mandado, o responsável não foi encontrado. No entanto, ele foi detido no CDHU Amarais, onde foram encontradas diversas tampas amarelas, que estavam em uma estufa apropriada para a secagem do material. O suspeito tinha como principal função pintar as tampas na cor da bebida falsificada.

Três dos locais ficavam em Campinas, enquanto um outro ficava em Sumaré – Foto: DIG de Campinas / Divulgação

No terceiro endereço, no Padre Anchieta, os policiais encontraram várias máquinas para confecção de gravação da marca nas tampas já coloridas. Diversos moldes de impressões de bebida de marcas famosas estavam na casa e foram apreendidas.

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Segundo a DIG, nos três locais foram encontrados materiais já prontos, matrizes de impressões de bebidas conhecidas, além de equipamentos de impressão. Dois caminhões foram utilizados para retirar todo material falsificado, bem como as máquinas utilizadas na falsificação.

Os três responsáveis pelas casas foram detidos, ouvidos na DIG de Campinas e, na sequência, liberados. A investigação prossegue.

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