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Nova Odessa

Sindicalista aponta fraudes ligadas à morte de Russo

Político de 52 anos foi assassinado a tiros em frente ao conjunto de prédios onde morava, no Jardim Marajoara

Por Maria Eduarda Gazzetta

28 Janeiro 2022, às 08h38 • Última atualização 28 Janeiro 2022, às 08h39

Ex-secretário foi executado a tiros quando saía para o trabalho, no dia 6 de dezembro - Foto: Reprodução

O presidente do SSPMANO (Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Nova Odessa), Adriano José do Carmo Rosa, disse durante live em uma rede social que a morte do ex-secretário de Governo da Prefeitura de Nova Odessa, Marco Antônio Barion, o Russo, está relacionada a fraudes e licitações. O vídeo foi ao ar no último dia 24.

O político de 52 anos foi assassinado a tiros em frente ao conjunto de prédios onde morava, no Jardim Marajoara, em Nova Odessa, quando saía para trabalhar, em 6 de dezembro de 2021.

Em entrevista ao LIBERAL na última quarta-feira, Carmo disse que sustenta tudo o que falou durante o vídeo. “Por quê estou trazendo tudo isso à tona? Porque muitas das coisas que aconteceram, principalmente a morte dele [se referindo a Russo], estão ligadas a licitações e contratos que eu venho falando há tempos”, relatou durante a transmissão.

Carmo afirmou que, em agosto do ano passado, participou de uma reunião com uma funcionária do alto escalão do município e ela disse que tinha provas de fraude em licitação e que o ex-secretário de Governo teria participado do esquema.

“Além disso, haviam várias denúncias de colaboradores, relatando assédio moral contra o Russo, que ele gritava com eles. Assim que acabou a reunião, fiz uma denúncia na promotoria”, destacou.

O líder sindicalista explicou que deve se reunir com o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), do Ministério Público, para levar “fatos e narrativas” relacionados às afirmações que fez no vídeo.

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A Prefeitura de Nova Odessa foi questionada sobre as acusações e informou que não vai se manifestar sobre quaisquer aspectos das investigações do assassinato, ainda em andamento.

A Polícia Civil também foi indagada sobre se pretende convocar o sindicalista para prestar depoimento, mas respondeu à reportagem apenas que a investigação prossegue sob sigilo.

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