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SEGURANÇA

Nova Odessa tenta viabilizar unidade do Corpo de Bombeiros

Se aprovada, emenda parlamentar de R$ 800 mil pode garantir assinatura de convênio, diz prefeitura

Por Pedro Heiderich

21 out 2021 às 12:40 • Última atualização 21 out 2021 às 13:14

A Prefeitura de Nova Odessa tenta desde março viabilizar a construção de uma unidade do Corpo de Bombeiros para o município. Se for aprovada na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, uma emenda parlamentar de R$ 800 mil pode garantir o apoio financeiro necessário para firmar convênio entre os governos estadual e municipal, afirma o Executivo.

Leitinho com representantes da corporação estadual em encontro no início de outubro – Foto: Divulgação/Prefeitura de Nova Odessa

Publicada no Diário Oficial do Estado de ontem, a emenda é do deputado Coronel Nishikawa (PSL) e foi incluída no orçamento estadual para 2022. Na justificativa, o parlamentar destaca que Nova Odessa só tem bombeiros voluntários, para atendimento de casos leves. As ocorrências graves dependem das unidades de Americana e Santa Bárbara d’Oeste.

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Para o deputado, a unidade em Nova Odessa transformará o atendimento à população, oferecendo agilidade e proteção. Em abril, o parlamentar, que morou na cidade quando jovem, se encontrou com o prefeito Cláudio José Schooder, o Leitinho (PSD), e prometeu ajudar.

No início deste mês, Leitinho recebeu representantes e apresentou à corporação estadual duas áreas públicas que podem acomodar a unidade em Nova Odessa. Uma delas fica no início da Avenida João Pessoa, próximo ao cruzamento com a Avenida Ampelio Gazzetta, enquanto a outra é no Jardim Nossa Senhora de Fátima, com fácil acesso à Rodovia Arnaldo Júlio Mauerberg.

De acordo com a prefeitura, o Estado escolherá o terreno e destinará ao município dois veículos pesados e equipe com 14 bombeiros. A construção do prédio e o custeio das atividades ficam sob responsabilidade da administração municipal. A intenção, segundo Leitinho, é assinar o convênio até o final do ano, para inaugurar a base em 2022.

O governo estadual foi procurado para falar sobre o assunto, mas não se pronunciou.

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