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Cidades

Nardini diz ter tranquilizado colaboradores sobre possível leilão e promete honrar compromissos

Justiça Cível determinou venda do imóvel e vara trabalhista tenta suspender decisão

Por Ana Carolina Leal

27 de maio de 2024, às 17h30 • Última atualização em 28 de maio de 2024, às 10h45

A indústria Nardini, em Americana, informou nesta segunda-feira (27) que pretende honrar com todas as responsabilidades financeiras da empresa. Em nota enviada ao LIBERAL, o grupo também disse ter tranquilizado os colaboradores sobre a possibilidade de leilão do prédio onde funciona a fábrica, na Vila Frezzarin.

A manifestação da Nardini é resultado de uma matéria publicada pelo LIBERAL na edição do último domingo (26) sobre decisão da Justiça Cível em leiloar o prédio em decorrência de uma ação de cobrança movida pelo Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial). A vara trabalhista de Americana, no entanto, pediu a suspensão da venda do imóvel.

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O LIBERAL procurou, na última sexta-feira (24), pela advogada que defende a indústria Nardini para comentar a situação, mas não teve retorno. Na nota enviada à reportagem nesta segunda-feira, a Nardini declarou que “não apenas o Senai, mas vamos honrar todos os compromissos dentro de uma realidade viável, boa para todos os lados. Não imaginamos, em hipótese alguma, o leilão da nossa sede”.

Entenda

A dívida do Senai, referente a contribuições adicionais, está avaliada em aproximadamente R$ 1 milhão. Caso o leilão realmente ocorra, a Nardini deverá fechar as portas, o que causará o desemprego de ao menos 350 trabalhadores.

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Na última quarta-feira (23), a juíza do Trabalho de Americana, Ana Paula Alvarenga Martins, solicitou à Justiça Cível a suspensão da venda do imóvel – avaliado em R$ 115,9 milhões -, uma vez que o prédio está envolvido em um processo piloto de execuções trabalhistas.

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Se a venda via leilão for mantida, a juíza pediu a penhora dos valores arrecadados, determinando que todo o montante seja transferido para a Justiça do Trabalho, dado que este crédito possui prioridade legal. Até esta segunda-feira, o juiz da Vara Cível, Marcos Cosme Porto, ainda não havia se manifestado sobre o pedido.

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