Hortolândia inicia campanha ‘Fique Sabendo’

Teste rápido de HIV é oferecido nas unidades de saúde de Hortolândia e, em casos positivos, tratamento especializado é iniciado


A Prefeitura de Hortolândia inicia nesta segunda-feira (2) a Campanha “Fique Sabendo”, com oferta gratuita de teste rápido para detecção de HIV, vírus causador da Aids. Todas as unidades de saúde do município participam da ação, que tem como objetivo ampliar a oferta da testagem e diagnosticar novos casos com rapidez, o que colabora para o tratamento precoce dos pacientes.

UBSs (Unidades Bácisas de Saúde), UPAs (Unidades de pronto Atendimento) e o Hospital Municipal Mário Covas, além do CEI (Centro especializado em Infectologia), terão à disposição de toda população testes rápidos que auxiliam no diagnóstico de HIV em menos de 10 minutos.

Foto: Prefeitura de Hortolândia / Divulgação
Teste rápido de HIV está disponível em unidades de saúde de Hortolândia

O profissional de saúde colhe uma pequena amostra de sangue da pessoa, através de uma picada na ponta do dedo. Em contato com produto reagente é possível saber se a pessoa está infectada com o vírus causador da Aids. Os testes têm sigilo garantido.

Caso o resultado seja positivo, a pessoa é encaminhada para atendimento imediato no CEI, que é a unidade de referência no município. O atendimento no local é de segunda a sexta-feira, das 7h às 16h. O endereço é rua Ernesto Bergamasco, 262, na Vila Real.

De acordo com a coordenadora da unidade, Sandra Duarte, apesar da intensificação da campanha neste mês de dezembro, os testes rápidos são oferecidos em todas as UBSs em qualquer época do ano. “Neste ano foram realizados 10.783 testes rápidos nas unidades de saúde da cidade, sendo que 39 exames deram resultado positivo. Temos, atualmente, 386 pacientes com HIV em tratamento no CEI”, afirmou.

O resultado dos exames fica pronto em 10 dias e o paciente é consultado por um infectologista, que receita o medicamento antiretroviral para o tratamento contínuo, retirado na farmácia do CEI.

O paciente também inicia acompanhamento psicológico, com consultas semanais. Além disso, uma assistente social passa a acompanhar a pessoa e a família.

“Aqui nós acompanhamos o paciente de perto. Se ele não vier buscar medicamentos ou faltar em alguma consulta, nós vamos atrás dele: telefonamos e, se for preciso, vamos até o endereço saber o que aconteceu. É muito importante que o tratamento seja continuado para evitar aumento da carga viral e queda da imunidade, o que pode causar doenças oportunistas”, destacou a coordenadora.

As informações são da assessoria de comunicação da Prefeitura de Hortolândia.

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