‘Avô’ é preso acusado de estuprar neta de 3 anos em Hortolândia

Mãe da criança acionou a Polícia Militar assim que soube do ocorrido; vítima foi encaminhada para o HC da Unicamp para passar por exames


Foto: Arquivo / O Liberal
Delegada determinou a prisão do homem em flagrante com base nos depoimentos da mãe da criança

Um ajudante geral de 44 anos foi preso nesta quarta-feira (27) acusado de estuprar uma menina de três anos no bairro Jardim Primavera em Hortolândia. A vítima é neta da esposa do acusado. No dia seguinte, na mesma cidade, uma operação da Polícia Civil prendeu um aposentado de 66 anos com pornografia infantil.

De acordo com o boletim de ocorrência, o caso ocorreu por volta das 14h35 de quarta. A mãe da criança acionou a PM (Polícia Militar), apontando que a menina teria sido abusada pelo avô. A vítima foi encaminhada para o HC (Hospital das Clínicas) da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) para passar por exames.

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Posteriormente, na delegacia, a delegada Lucimara Taveira Bitencourt determinou a prisão do homem em flagrante com base nos depoimentos da mãe da criança, de testemunhas e de “prova de materialidade” que não foi especificada pela delegada. Ele foi encaminhado para a cadeia pública de Santa Bárbara d’Oeste e depois seria transferido para um CDP (Centro de Detenção Provisória).

OPERAÇÃO LUZ
Na quinta-feira (28), também em Hortolândia, um aposentado de 62 anos foi autuado em flagrante por armazenar pornografia infantil. A ação fez parte da Operação Luz na Infância 4, realizada pela Polícia Civil e que prendeu 137 pessoas em todo o País.

De acordo com a DIG (Delegacia de Investigações Gerais) de Americana, responsável pelo cumprimento do mandado de busca na casa do homem, no Jardim Rosolen, no momento da abordagem foram localizados arquivos de pornografia infantil no computador dele.

O aposentado vai responder por dois crimes previstos no ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), que tratam do armazenamento e distribuição desse tipo de material. Caso seja condenado, as penas podem chegar a 10 anos de prisão.

Os alvos da operação foram identificados pela equipe do Laboratório de Inteligência Cibernética da Secretaria de Operações Integradas do MJSP (Ministério da Justiça e Segurança Pública). O conteúdo com indícios suficientes de autoria e materialidade delitiva foi repassado às Polícias Civis, que instauraram inquéritos e solicitaram mandados de busca e apreensão.

 

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