Airbnb diz que vai pagar translado de corpos de brasileiros mortos no Chile

Família havia criado uma vaquinha online para arrecadar o montante necessário para o transporte; prima conta que empresa ainda não entrou em contato


Foto: Reprodução - Facebook
Casal estava em viagem para comemorar os 15 anos da sobrinha

Depois da vaquinha online criada pela família dos brasileiros que foram encontrados mortos no Chile, nesta quarta-feira (22), o Airbnb, empresa utilizada para o aluguel do apartamento, disse que custeará o translado dos corpos ao Brasil e viagem de ida e volta dos parentes ao Chile. Jonathas Kruger Muniz e Adriane Padrilha Kruger, moradores de Hortolândia, estão entre as vítimas.

A nota foi enviada ao LIBERAL às 16h06 desta quinta-feira. “Estamos profundamente consternados com este trágico incidente. Nós nos solidarizamos com os familiares e estamos em contato para prestar todo apoio necessário aos familiares neste momento difícil. A segurança de nossa comunidade de viajantes e anfitriões é a nossa total prioridade”, diz o comunicado.

Os familiares, no entanto, ainda não receberam nenhuma ligação da empresa, de acordo com a prima de duas vítimas, Noemi Fortunato Nascimento. “Até agora a gente tá entrando em contato com o Airbnb, porém a pessoa responsável não entrou em contato de volta”, disse à reportagem.

Uma vaquinha foi criada na manhã desta quinta-feira, através do site vakinha.com.br. Nele, as pessoas inserem seus dados pessoais e podem contribuir com qualquer valor – os pagamentos podem ser feitos via boleto bancário ou pelo cartão de crédito. Até às 16h26 desta quarta, R$8.680,00 haviam sido arrecadados de um total de R$100 mil pedidos.

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