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Campinas

Vigilância Sanitária e polícia estouram fábrica clandestina de alimentos em Campinas

Fiscais verificaram que a empresa não cumpria nenhum requisito de condições sanitárias e boas práticas, motivo pelo qual já tinha sido interditada

Por Milton Paes

04 mar 2021 às 19:24 • Última atualização 05 mar 2021 às 08:53

No local foram apreendidos produtos em péssimas condições sanitárias que serão destruídos - Foto: Polícia Civil

Uma fábrica clandestina de conservas, antepastos e tortas, que fica no bairro Taquaral, foi alvo de uma operação nesta quinta feira (4) deflagrada por fiscais da Vigilância Sanitária de Alimentos de Campinas com apoio de policiais do 4º Distrito Policial. No local foram apreendidos produtos em péssimas condições sanitárias que serão destruídos. A quantidade está sendo calculada. A fábrica funciona em uma casa e vendia os produtos pela internet. A Vigilância vai apurar em quais locais de Campinas os alimentos estavam sendo comercializados.

A ação ocorreu após denúncia através do número 156 da prefeitura de Campinas. O estabelecimento estava interditado pela Vigilância e também judicialmente desde 2018. Ainda assim, desobedecendo à lei, continuava em funcionamento. O proprietário tem R$ 25 mil em multas acumuladas e não pagas.

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Os fiscais da Vigilância verificaram que a empresa não cumpria nenhum requisito de condições sanitárias e boas práticas, motivo pelo qual já tinha sido interditada.

“Constatamos que eles continuavam em funcionamento porque tinham indícios de rótulos e embalagens no local. Os produtos encontrados no imóvel estavam em péssimas condições de conservação, deteriorados. O ambiente estava sujo e cheio de resíduos”, informou a fiscal da Vigilância, Ana Lúcia Montini.

A avaliação dos responsáveis pela operação é de que a parceria entre a Vigilância e a Polícia Civil foi de extrema importância, pois o órgão policial pode tomar providências que vão além das punições administrativas do âmbito do setor de Vigilância de Alimentos.

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“Fizemos uma parceria com a polícia para que o proprietário não volte a fabricar os produtos, já que ele não respeita as interdições administrativas da Vigilância”, disse a chefe de setor de Vigilância Sanitária de Alimentos, Anne Dutra dos Santos.

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