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Habitação

Prefeitura entrega 2.111 matrículas de regularização fundiária em Campinas

Documento fornece segurança para famílias que viviam em loteamentos informais na cidade

Por Milton Paes

28 abr 2021 às 10:22 • Última atualização 28 abr 2021 às 10:33

Mais de 8.500 famílias de Campinas foram beneficiadas com a entrega de 2.111 matrículas do programa de regularização fundiária da cidade. A entrega foi feita pelo prefeito Dário Saadi (Republicanos) e faz parte do Plano de 100 Dias do Governo. Essas famílias viviam em loteamentos informais, algumas há mais de 60 anos.

Famílias beneficiadas com as matrículas viviam em loteamentos informais – Foto: Adriano Rosa / Prefeitura de Campinas

As matrículas foram entregues aos líderes comunitários Noé Ramom da Silva, do Núcleo Residencial Paranapanema fase 1; Elídio Guimarães, do Núcleo Residencial Sete de Setembro; e Valtair Celso Rodrigues, do Núcleo Residencial Gênesis.

Dário Saadi ressaltou que os moradores de núcleos informais vivem com a insegurança de que um dia possam ser tirados da casa e perder o teto. A regularização fundiária veio para afastar este medo. Agora ele sabe que com a escritura na mão não tem mais volta. “Ele já pode mostrar para seus filhos e seus netos que tem casa própria”, disse.

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O presidente da Cohab e secretário Municipal da Habitação, Arly de Lara Romêo, ressaltou que conseguiu superar a meta prevista para os 100 primeiros dias de governo, que era de entregar 2 mil novas matrículas.

“Estamos entregando 2.111, mas queremos ir além. Vamos regularizar mais 10 mil imóveis até o final de 2021. Trabalhamos pela inclusão social e para que todos tenham seu teto regularizado porque acreditamos que todo cidadão deve ter o direito real ao imóvel próprio”, concluiu.

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Para o representante do Núcleo Residencial Genesis, Valtair Celso Rodrigues, que falou pelas comunidades beneficiadas, o trabalho coroou uma luta de muitos anos de milhares de famílias pelo reconhecimento ao direito de moradia e disse esperar que este trabalho continue a beneficiar muito mais cidadãos, que ainda moram em núcleos residenciais informais e que aguardam há muitos anos pela regularização dos imóveis onde residem.

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