Sirenes em barragem já estão funcionando

Medidas visando a segurança das comunidades no entorno da barragem também incluem a definição de um ponto de encontro e rota de fuga


A CPFL Renováveis concluiu a instalação das sirenes de segurança na barragem da Pequena Central Hidrelétrica (PCH) do Salto Grande e prepara a instalação de placas de sinalização nas rotas de fuga. As ações integram o plano de ação a ser colocado em prática, no caso de eventual necessidade. Segundo informações da concessionária, as sirenes já estão em funcionamento.

A instalação do equipamento foi concluída no final de abril. Ele foi colocado no trecho referente à Zona de Autossalvamento (ZA) da usina. De acordo com a CPFL Renováveis, as sirenes estão funcionando e poderão ser acionadas pelo Centro de Operações Integradas (COI) da companhia se necessário.

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De acordo com a CPFL Renováveis, as sirenes estão funcionando e poderão ser acionadas pelo Centro de Operações Integradas

Além das sirenes, as medidas visando a segurança das comunidades no entorno da PCH também incluem a definição de um ponto de encontro e rota de fuga no caso de rompimento da barragem. A CPFL informa que vem discutindo o assunto com a Defesa Civil de Americana. Segundo a concessionária, as tratativas para definição do mapa com a rota de fuga foram concluídas.

Atualmente está sendo alinhado com a defesa civil municipal o modelo e a quantidade de placas de sinalização que serão adquiridas e instaladas no ponto de encontro e rotas de fuga. Adicionalmente, como já ocorreu em 2018, a Defesa Civil deverá agendar o simulado do acionamento de emergência para treinamento das entidades envolvidas na operação e da população potencialmente impactada.

ANEEL – A barragem do Salto Grande passou da categoria de risco A para risco B . A reclassificação foi feita pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) a partir do resultado das visitas de fiscalização feitas por técnicos da agência e de respostas dadas pela concessionária a questionamentos do órgão.

Para a CPFL, a publicação “representa a confirmação que a PCH Americana possui suas edificações e instalações em perfeitas condições de segurança”. A concessionária aguarda agora o relatório da Agência Nacional das Águas (ANA), que tem o prazo até 30 de setembro de 2019 para publicá-lo. A expectativa da concessionária é que o documento traga a mesma reclassificação.

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