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MEIO AMBIENTE

Represa do Salto Grande tem 5% do espelho d’água coberto por aguapés, aponta CPFL

Com atual taxa de ocupação, cenário é considerado “controlado”; entenda por que as macrófitas são importantes para sobrevivência do reservatório

Por Gabriel Pitor

06 de julho de 2024, às 08h22

Uma avaliação feita pela CPFL Renováveis, empresa que pertence à CPFL Paulista, apontou que a Represa do Salto Grande, em Americana, tem 5,2% – equivalente a 62,8 hectares – do espelho d’água cobertos por aguapés. O levantamento foi realizado no mês passado e apresentando pela companhia à Prefeitura de Americana, nesta quinta-feira (4).

CPFL disse que quantidade de plantas aquáticas na represa está controlada – Foto: Divulgação

Todo mês a CPFL leva ao Executivo e à Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo) os resultados das verificações, já que é responsável tanto pela PCH (Pequena Central Hidrelétrica) da represa quanto pelo plano de manejo para reduzir macrófitas no local.

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Com a atual taxa de ocupação das plantas aquáticas, o cenário é considerado “controlado”, embora tenha apresentado aumento em relação a dezembro de 2023, quando cerca de 4% do espelho d’água tinha aguapés.

Além disso, a CPFL informou que realizou, entre janeiro e maio deste ano, 8.069 viagens de caminhão para remoção de macrófitas do reservatório. Este número representa 96.828 m³ e 93,3 hectares de vegetação flutuante retiradas.

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Ao LIBERAL, a empresa disse que não é viável, atualmente, retirar todos os aguapés, porque a represa recebe quantidades de esgoto e essas plantas se alimentam de cianobactéria, em um processo importante para sobrevivência do reservatório.

A companhia afirmou ainda que continuará a remoção mecânica das macrófitas. Neste ano, o MP-SP (Ministério Público do Estado de São Paulo) suspendeu um processo de abertura das comportas da hidrelétrica, que vinha sendo realizado pela CPFL e que permitia as plantas seguirem o seu fluxo até o Rio Piracicaba.

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