Procon retoma o trabalho de fiscalização em Americana

Três funcionários do órgão foram credenciados para atuar como fiscais; órgão estava sem fiscais desde 2017


Foto: Marilia Pierre - Prefeitura de Americana.JPG
Três funcionários do órgão foram credenciados para atuar como fiscais

O Procon de Americana retomará o trabalho de fiscalização em estabelecimentos comerciais e prestadores de serviço do município. Três funcionários do órgão foram credenciados para atuar como fiscais. Eles aguardam a chegada dos talonários de multa para começarem o trabalho.

A entrega das credenciais aconteceu nesta terça-feira, durante solenidade no gabinete do prefeito Omar Najar. O Procon estava sem fiscais desde 2017. O secretário de Negócios Jurídicos de Americana, Alex Niuri, destacou que o credenciamento abre uma nova fase dentro do órgão.

“A partir de agora, o Procon de Americana vai poder agir de forma séria, independente e autônoma”. Segundo ele, a falta de fiscais locais obrigava o órgão a recorrer a postos do Procon na região para exercer seu poder de atuação.

“Não tínhamos como autuar. Trabalhávamos advertindo e orientando, mas isso não surtia resultado eficiente”, disse. Niuri citou de exemplo, as várias denúncias recebidas pelo Procon contra postos de combustíveis que trabalhavam com a forma errada de exibir os preços.

“Enviamos correspondência a todos alertando sobre a irregularidade, mas sem surtir efeito”, comentou. O secretário destacou que o credenciamento dos fiscais permitirá ao órgão agir em prol da coletividade.

“O atendimento individual ao consumidor não muda. A resolução dos problemas individuais tem sido feita a contento. Quando o Procon entra em contato para resolver o problema individual de A, B ou C ele é atendido. O que poderemos fazer a partir de agora são ações para atender o coletivo”.

O secretário fala em retomar as fiscalizações surpresas em estabelecimentos que atendam ao grande público e em promover blitze, especialmente nas datas mais importantes para evitar abusos nas relações com o consumidor.

“Denúncias de produtos vencidos nas prateleiras de supermercados, falta de etiquetas de preços em mercadorias ou prestadoras de serviço com atendimento ruim são situações, por exemplo, que interferem no coletivo e motivam a atuação dos fiscais. A partir de agora poderemos fazer a fiscalização in loco e ter atuação focada na aplicação de sanções nos casos em que for constatada o descumprimento da lei”, disse Niuri.

LIBERAL VIRTUAL Acesse agora