Americana tem ato contra a reforma da Previdência

Rua Fernando de Camargo recebeu manifestantes que criticaram a reforma apresentada pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL)


Atos contra a Reforma da Previdência, os cortes na Educação e a favor da geração de empregos ocorreram nesta sexta-feira (14), na região central de Americana. A Rua Fernando de Camargo ficou interditada por algumas horas e recebeu manifestantes que portam diversas faixas e cartazes criticando o atual governo Jair Bolsonaro (PSL).

Não houver uma estimativa de quantas pessoas compareceram ao ato, mas representantes de ao menos 20 grupos, compareceram ao protesto, como a Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo), Sinpra (Sindicato dos Professores de Americana), Sindicato dos Químicos, Sindicato dos Bancários, Sindicato da Borracha, Sindicato do Vestuário, CUT (Central Única dos Trabalhadores), MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto).

Segundo os manifestantes, a reforma da Previdência apresentada pelo governo não é benéfica aos trabalhadores. “A reforma da previdência não é muito bem explicada, tentam vender algo, mas não passam o todo”, explicou Wagner Salvato, diretor do SSPMA (Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Americana). “Uma pessoa tem que contribuir por 40 anos ininterruptos, é muita coisa. E como dizer que a previdência está quebrada se eles favorecem a informalidade?”, ressaltou.

Por volta do 12h, os manifestantes deixaram a Rua Fernando de Camargo e seguiram em passeata pelo Calçadão, no centro da cidade, gritando palavras de ordem contra o presidente. Antes, o Comitê Contra a Reforma da Previdência, que reuniu partidos, entidades de classe e o coletivo Grito dos Excluídos formado pelas pastorais da Igreja Católica, se reuniu na Praça Basílio Rangel. Eles também saíram em passeata pelo centro da cidade.

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