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Covid-19

HM de Americana registra desaparecimento de três mil máscaras

Sindicância foi aberta pela Prefeitura de Americana para apurar o motivo do aumento nos pedidos pelo item de proteção entre os dias 14 a 18 deste mês

Por Paula Nacasaki

18 mar 2020 às 11:09 • Última atualização 18 mar 2020 às 16:36

O Hospital Municipal Dr. Waldemar Tebaldi, em Americana, investiga o desaparecimento de aproximadamente três mil máscaras cirúrgicas. A ausência dos materiais foi notada no último final de semana. Segundo a administração municipal, uma sindicância foi aberta para apurar o caso.

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De acordo com informações da Prefeitura de Americana, entre os dias 12 e 16 deste mês as máscaras foram disponibilizadas para as farmácias satélites do pronto-socorro e do centro cirúrgico da unidade hospitalar.

Porém o consumo apontado pelo controle de estoque mostrou um salto quantitativo nos pedidos pela máscara, chegando a 2 mil unidades, “além das que haviam sido utilizadas normalmente pelos profissionais durante os cinco dias”, informou a administração, em nota.

Foto: João Carlos Nascimento / O Liberal
Problema foi notado após um boato de que havia um caso confirmado de coronavírus no Hospital Municipal

Segundo o LIBERAL apurou, um boato que circulou pelas redes sociais no último dia 14 de que um caso de coronavírus estava confirmado no hospital fez com que o estoque contabilizasse a distribuição de aproximadamente 3 mil máscaras cirúrgicas. Esses itens foram disponibilizadas em apenas cinco dias, número muito acima do normal.

Dado o cenário, a Prefeitura de Americana determinou a apuração do caso para descobrir o que deu origem ao uso maior dos itens de proteção e a sindicância irá analisar quais atitudes serão tomadas.

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“O HM certificou que não houve desvio durante a entrega da última remessa, uma vez que o recebimento de materiais é auditado por dois funcionários. Todos os fatos estão sendo levantados pela diretoria administrativa juntamente com o departamento jurídico, para as providências cabíveis”, trouxe a nota.

Questionada se o caso foi comunicado à Polícia Civil, a administração municipal informou que não e que aguardará o resultado da sindicância para definir se refere-se a um caso de polícia ou não.

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