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Balanço

Coronavírus se aproxima das principais causas de morte em Americana

Pandemia matou 210 pessoas em 2020; principais causas de morte em 2019 foram doenças do aparelho circulatório, com 288 vítimas, e câncer, com 283

Por Marina Zanaki

03 jan 2021 às 07:34 • Última atualização 03 jan 2021 às 09:46

Americana alcançou a marca de 210 mortes provocadas pelo novo coronavírus (Covid-19) na última semana. Com isso, a pandemia já se aproxima das principais causas de morte na cidade.

Segundo levantamento feito pela prefeitura a pedido do LIBERAL, em 2019, a principal causa de morte na cidade foram as doenças do aparelho circulatório, que deixaram 288 vítimas.

Os diversos tipos de câncer, definidos como neoplasias, mataram 283 pessoas naquele ano, ficando em segundo lugar. Em terceiro aparece morte com causa “mal definida”, com 108 vítimas.

As doenças do aparelho respiratório aparecem em quarto lugar, com 90 óbitos – menos da metade das vítimas do coronavírus em 2020.

A Vigilância Epidemiológica do município informou que só é possível apresentar os dados referentes a 2019, pois a estatística de 2020 somente é concluída em 2021.

Contudo, no final de agosto, a prefeitura havia divulgado ao LIBERAL um balanço parcial das principais causas de morte no ano passado na cidade.

Entre 1° de janeiro e 16 de agosto de 2020, as doenças do aparelho circulatório haviam matado 293 moradores. As neoplasias fizeram 246 vítimas até aquele mês e causas externas respondiam por 238 vítimas.

Em setembro, o coronavírus se tornou a doença que mais provocou a morte de brasileiros em um único ano. Naquele mês, o país contabilizava 132 mil óbitos pela doença. Agora, a mortalidade se aproxima dos 190 mil casos.

H1N1
Em 2020, Americana não registrou nenhuma morte pelo H1N1. Isso não acontecia desde 2015 na cidade.

No ano anterior, foram oito casos de Influenza, que inclui os tipos H3N2, H1N1 e Influenza B. Uma pessoa morreu em 2019 pela Influenza H1N1.

A etiqueta sanitária para prevenção ao novo coronavírus podem ter ajudado a prevenir o H1N1, já que as duas doenças são transmitidas por meio de gotículas. A diferença é que o coronavírus tem capacidade de transmissão muito maior do que a H1N1.

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