Coronavírus restringe atendimento em delegacias da região

Na Central de Polícia Judiciária de Americana, por exemplo, é permitido acesso de uma pessoa por vez


A pandemia do novo coronavírus (Covid-19) restringiu o atendimento nas delegacias. Na CPJ (Central de Polícia Judiciária) de Americana, por exemplo, é permitido o acesso de uma pessoa por vez ao interior da delegacia. Uma fita isola o balcão de atendimento. Na quarta-feira, uma das funcionárias atendia de máscara.

Foto: João Carlos Nascimento O Liberal
Guarda fica do lado de fora enquanto outro patrulheiro registra um caso na CPJ de Americana

Portaria da delegacia geral do Estado orienta que sejam atendidos “diretamente, observadas as cautelas necessárias para evitar possível contaminação”, os casos de morte e desaparecimento de pessoa, violência doméstica ou praticada contra crianças e adolescentes, estupro, sequestro e cárcere privado, roubo e/ou extorsão e flagrantes.

A orientação é que boletins de ocorrência sejam registrados pela Internet, se possível.

Na CPJ, na quarta-feira, um guarda municipal aguardava do lado de fora enquanto seu colega registrava dentro da delegacia um caso de flagrante de furto.

A portaria deixa a cargo do delegado decidir se o fato apresentado precisa de uma providência imediata ou se o procedimento poderá ser adiado.

A portaria, porém, proíbe negar o atendimento e informa que, se não for realizado um ato de polícia judiciária (por exemplo, elaborar o boletim de ocorrência), é necessário orientar a pessoa que é possível fazer isso pela Internet ou em outra ocasião.

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