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Americana

Com déficit habitacional, prefeitura projeta duas mil moradias

Três condomínios residenciais serão entregues até o final do ano, enquanto outros quatro estão em desenvolvimento

Por André Rossi

06 fev 2020 às 08:12 • Última atualização 12 Maio 2020 às 17:45

Com 5,9 mil famílias inscritas no cadastro habitacional, a Prefeitura de Americana projeta entregar nos próximos anos ao menos duas mil unidades residenciais. A previsão foi divulgada nesta quinta-feira pelo secretário de Habitação e Promoção Social, Charley Petter Cornachione, durante o anúncio da data de entrega do Residencial Jardim dos Lírios, que conta com 300 apartamentos.

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Em 2015, havia 10,2 mil famílias na fila por um imóvel em Americana. Na época, o prefeito Omar Najar (MDB) determinou que a pasta realizasse o recadastramento de todos os interessados e que informatizasse os dados. Com a entrega de novos empreendimentos e a atualização cadastral, o número foi reduzido para 5,9 mil famílias.

Foto: Marcelo Rocha / O Liberal
Secretário de Habitação e Promoção Social, Charley Petter Cornachione (2º da dir. p/ esq.), ontem

Parte dessa demanda será atendida através dos seis condomínios em desenvolvimento no projeto Residencial Jardim da Balsa. O primeiro é o Tainá, com capacidade para 256 unidades, todas já preenchidas. A obra está 92% concluída e deve ser entregue no final do primeiro semestre.

Depois vem o Inaê, que deve ser inaugurado até o final do segundo semestre e também conta com 256 apartamentos; 133 famílias já estão com contrato assinado. O terceiro empreendimento é o Jacy, de 256 unidades. A obra deve começar no final do ano e a previsão de entrega é 2021.

Ainda no mesmo complexo, estão previstos mais três condomínios: Yara (378 unidades), Iracema (378) e Janaína (315). Eles integram a segunda etapa de implantação e, no momento, passam por revisão no projeto.

“Colocaram sacada no projeto, vão fazer torres com elevadores, então estão passando por uma reaprovação na prefeitura para posterior envio à Caixa, para poder vincular aos financiamentos dos programas do Governo Federal”, diz Charley.

Já o Residencial Solar das Flores, que fica na região do São Luiz, está dividido em três fases. A primeira, com 111 unidades, será entregue até o final do ano; 90 famílias já assinaram contrato. As duas complementaras são previstas para 2021, com mais 110 unidades.

“Tem que ver quais dessas pessoas inscritas (no cadastro) tem o perfil para acessar o projeto. Às vezes não tem o perfil e a Caixa não aprova o projeto. Aqueles que tem o perfil são convidados, apresentamos o projeto e elas podem acessar. Com essas duas mil unidades projetadas, a empresa pode ofertar exclusivamente para os inscritos (no cadastro), ou ela pode fazer um mix entre inscritos e mercado”, completa o secretário.

Além da Capa, o podcast do LIBERAL

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