Coluna ‘A Cidade é Nossa’ completa 40 anos

José Carlos Nascimento comemora a publicação de coluna no LIBERAL com bom humor e informação


Há 40 anos, o LIBERAL publicava a primeira edição da coluna “A Cidade é Nossa”, escrita pelo jornalista José Carlos Nascimento. Em 15 de março de 1979, ela noticiava que a água canalizada estava prestes a chegar aos bairros Jardim Brasil, São Luiz e Alvorada.

Também informava sobre o prazo final para a declaração do imposto de renda daquele ano, explicava porque a “Rua do Pito Aceso” ficou conhecida por esse nome e como os irmãos Rehder deram início à iluminação pública em Americana, graças aos lampiões de querosene que trouxeram da Alemanha.

Foto: Marcelo Rocha / O Liberal
“A coluna é o que eu sinto e ouço”, diz José Carlos Nascimento

Quatro décadas depois, a coluna mantém sua essência. Sem compromisso com uma única área ou sem a obrigação de falar sobre esse ou aquele assunto, o jornalista continua à vontade para escrever sobre fatos cotidianos, comentar notícias que são destaque na mídia e contar a história do município.

Após 40 anos da primeira publicação ele ainda segue o que o amigo e advogado Jessyr Bianco, fundador do Grupo Liberal de Comunicação, lhe recomendou quando surgiu a ideia da coluna. “Ele me disse ‘fique à vontade e escreva sobre o que você quiser’”. E assim, diz o jornalista, continua sendo até hoje.
Como o próprio jornalista diz, a “A Cidade é Nossa” não tem definição. “A coluna é o que sinto e ouço. Não tem uma linha definida”, diz. O seu compromisso informa, é com o leitor e, claro, com seus colaboradores.

Nascimento destaca que ela é feita com a participação dos leitores e alguns colaboradores mais assíduos – inclusive alguns já falecidos – continuam sendo homenageados com pseudônimos.

Foi assim que nasceram Quinzinho, Dona Lucídia, Tomógenes, Freelancer e vários outros nomes citados com frequência. A criação desses personagens foi uma forma de dar vida e um toque de humor à coluna e ao mesmo tempo agradecer quem colabora ou já colaborou de alguma forma com “A Cidade é Nossa”.

HISTÓRIA. “O que me deixa mais feliz e realizado é saber que o que escrevo faz bem para alguém”, diz o jornalista, que ao longo das quatro décadas acompanhou as mudanças gráficas implantadas pelo jornal. No início, a coluna ocupava um quarto de página tamanho standard, dividindo o espaço com o Jornal da Casa uma vez por semana.

O sucesso fez com que passasse a ser veiculada duas vezes e depois três vezes por semana, numa época em sua publicação era intercalada com a coluna de piadas Feira Livre, que durante muitos anos foi escrita pelo jornalista Diógenes Gobbo, sob o pseudônimo de Tito Menito.

“As vezes esqueciam de trocar o título da coluna e a “A Cidade é Nossa’” era publicada como Feira Livre e vice-versa”, lembra. Atualmente a coluna sai às quartas e sábados, na página 3.

LIBERAL VIRTUAL Acesse agora

Receba nossa newsletter!